Como Declarar o Uso de IA no TCC: Regras ABNT, Modelos de Declaração e Riscos na Banca 2026
Você usou o ChatGPT, o Gemini ou outra ferramenta de inteligência artificial durante o seu TCC — e agora não sabe se deve declarar isso na banca, como declarar ou quais as consequências de omitir. Em 2026, essa dúvida chegou ao centro do debate acadêmico brasileiro: a ABNT publicou a NBR 6023:2025 com regras formais para citar IA, várias universidades brasileiras passaram a adotar políticas próprias de declaração, e bancas de todo o país passaram a verificar ativamente o uso não declarado de ferramentas generativas. A resposta curta é: sim, você deve declarar. A resposta completa está neste guia.
Entender como declarar o uso de IA no TCC segundo a ABNT não é apenas uma questão de conformidade burocrática — é uma questão de autoria, honestidade acadêmica e proteção da sua carreira. Neste artigo você encontra a norma atualizada, modelos prontos de declaração, o panorama das exigências que vêm sendo adotadas pelas universidades brasileiras e um mapa claro dos riscos que corre se a banca detectar uso não declarado.
A ABNT NBR 6023:2025 e a Citação de IA
Durante anos, a ausência de uma norma específica para citar IA deixou estudantes e professores em terreno incerto. Essa lacuna foi preenchida em maio de 2025, quando a Associação Brasileira de Normas Técnicas publicou a revisão da NBR 6023:2025, que substituiu a edição de 2018 e incluiu orientações formais para fontes digitais — entre elas, o conteúdo gerado por inteligência artificial generativa.
A abordagem da ABNT trata a IA como um sistema de software eletrônico. Isso significa que a estrutura da referência segue o mesmo raciocínio de citar um programa de computador ou uma base de dados online: identifica-se o responsável pela ferramenta (a empresa desenvolvedora), o nome e versão do sistema, a data em que o conteúdo foi gerado e o endereço de acesso. Essa lógica é coerente com a NBR 6023 para documentos eletrônicos (item 7.9 da versão anterior) e agora está formalizada de maneira explícita.
Vale ressaltar que a norma não distingue entre usos leves (revisão gramatical) e usos substanciais (redação de parágrafos inteiros). Toda interação com IA que resulte em conteúdo incorporado ao TCC — de forma direta ou indireta — deve ser declarada. A responsabilidade intelectual permanece do autor humano, mas a transparência sobre o uso das ferramentas é condição da honestidade acadêmica.
Onde Inserir a Declaração no TCC
A declaração de uso de IA deve aparecer em pelo menos dois locais distintos no TCC, com níveis diferentes de detalhe:
1. Na Seção de Metodologia
Este é o espaço principal. Dentro do capítulo de Metodologia, inclua um subitem (ou parágrafo específico) descrevendo quais ferramentas de IA foram utilizadas, em que etapa do trabalho e com qual finalidade. Por exemplo: se você usou o ChatGPT para organizar o roteiro de perguntas de entrevista e o Grammarly para revisão gramatical do abstract em inglês, isso deve estar explicitado aqui com datas aproximadas e versões.
2. Em Nota de Rodapé
Para trechos específicos em que a IA teve participação mais direta — como uma tabela comparativa gerada com assistência ou um resumo de referências bibliográficas — a prática recomendada é inserir uma nota de rodapé no próprio parágrafo, indicando o uso pontual da ferramenta.
3. Em Página Específica de Declaração (quando exigida)
Algumas universidades já incluem um campo ou uma página específica no formulário de entrega do TCC para declaração formal das ferramentas de IA utilizadas. Verifique se a sua instituição tem esse requisito no manual do aluno ou regulamento de TCC, pois esse tipo de exigência vem se tornando cada vez mais comum.
Modelos Prontos de Declaração de Uso de IA
A seguir, três modelos de declaração adaptados a diferentes cenários de uso. Copie e ajuste ao seu contexto específico.
Modelo 1 — Uso Auxiliar (revisão gramatical e formatação)
Para uso na seção de Metodologia ou em nota de rodapé:
“No desenvolvimento deste trabalho, foram utilizadas ferramentas de inteligência artificial generativa de forma auxiliar. O assistente [Nome da ferramenta, ex.: ChatGPT GPT-4o / Grammarly / Tesify] foi empregado para [finalidade: revisão ortográfica e gramatical / formatação de referências bibliográficas / organização de ideias prévias] no período de [mês/ano]. Todo o conteúdo intelectual, a análise crítica, a interpretação dos dados e as conclusões são de autoria exclusiva do(a) pesquisador(a). As saídas das ferramentas de IA foram integralmente revisadas e reescritas pelo autor antes da incorporação ao texto.”
Modelo 2 — Uso Moderado (assistência na redação e pesquisa bibliográfica)
Para uso na seção de Metodologia, com referência completa na lista:
“Este trabalho utilizou ferramentas de inteligência artificial generativa como recurso de apoio à pesquisa e à escrita acadêmica. As ferramentas [Nome(s) da(s) ferramenta(s)] foram utilizadas para as seguintes finalidades: (a) sugestão de estrutura de capítulos; (b) levantamento preliminar de referências bibliográficas, posteriormente verificadas nas fontes originais; (c) revisão linguística do texto em português e do abstract em inglês. O(A) autor(a) assume integral responsabilidade pelo conteúdo do trabalho, tendo verificado, adaptado e complementado todas as saídas geradas pelas ferramentas. O uso de IA não substitui o pensamento crítico, a análise dos dados primários e a argumentação científica que fundamentam este TCC.”
Modelo 3 — Nota de Rodapé para Uso Pontual
Para uso em nota de rodapé numerada junto ao parágrafo específico:
“¹ A estrutura inicial desta seção foi elaborada com assistência do ChatGPT (versão GPT-4o, OpenAI, gerado em: jan. 2026). O conteúdo foi integralmente revisado, adaptado e complementado pelo(a) autor(a) com base nas referências citadas.”
Como Referenciar IA na Lista de Referências ABNT
Toda ferramenta de IA declarada na metodologia deve aparecer na lista de referências bibliográficas ao final do TCC. O formato da ABNT NBR 6023:2025 para IA generativa segue o modelo de software/sistema eletrônico:
Formato geral:
EMPRESA DESENVOLVEDORA. Nome da ferramenta, versão X. [Gerado em: dd mês. aaaa]. Tipo de conteúdo. Disponível em: URL. Acesso em: dd mês. aaaa.
Exemplos práticos:
OPENAI. ChatGPT, versão GPT-4o. [Gerado em: 10 jan. 2026]. Inteligência artificial generativa. Disponível em: https://chat.openai.com. Acesso em: 10 jan. 2026.
GOOGLE. Gemini, versão 2.0 Flash. [Gerado em: 15 fev. 2026]. Inteligência artificial generativa. Disponível em: https://gemini.google.com. Acesso em: 15 fev. 2026.
ANTHROPIC. Claude, versão Claude 3.5 Sonnet. [Gerado em: 20 mar. 2026]. Inteligência artificial generativa. Disponível em: https://claude.ai. Acesso em: 20 mar. 2026.
Pontos de atenção: (1) o título da ferramenta deve aparecer em negrito, conforme a norma para títulos de obras; (2) inclua a versão específica, não apenas o nome genérico — “ChatGPT” sem versão é insuficiente; (3) a data “Gerado em” refere-se ao momento em que a resposta específica foi produzida, não à data de criação da conta ou da ferramenta.
Se você usou o Tesify para gerar citações automáticas no seu TCC, as referências produzidas pela plataforma já seguem o formato NBR 6023:2025 e podem ser copiadas diretamente para a lista — basta adicionar a referência da própria ferramenta Tesify conforme o modelo acima.
Políticas das Universidades Brasileiras em 2026
A ausência de uma lei federal específica sobre IA no ensino superior brasileiro significa que cada instituição vem definindo suas próprias regras. Isso cria um cenário heterogêneo que exige atenção ao regulamento da sua universidade específica. De modo geral, várias universidades brasileiras reportam a adoção de políticas de declaração obrigatória de uso de IA, com diferentes graus de detalhamento. Abaixo, um panorama dos modelos que vêm sendo praticados:
| Modelo de política | Como costuma funcionar | Uso normalmente permitido | Punições por omissão |
|---|---|---|---|
| Declaração na metodologia | Exige um parágrafo ou subitem descrevendo as ferramentas usadas | Revisão gramatical, resumos, formatação de referências; geração de seções inteiras geralmente proibida sem edição substantiva | Reprovação, processo disciplinar |
| Campo no formulário de entrega | Inclui um campo obrigatório de declaração no ato da submissão do TCC | Uso auxiliar com revisão do aluno; geração integral proibida | Reprovação, reapresentação |
| Resolução institucional | Normatiza o uso de IA por resolução do colegiado ou conselho | Revisão, formatação, pesquisa bibliográfica com declaração formal; geração integral proibida | Reprovação, processo disciplinar |
| Diretriz de transparência | Recomenda especificar ferramentas, versões e finalidade de uso | Uso transparente com especificação de ferramentas e versões utilizadas | Reprovação, revisão obrigatória |
| Demais IES | Verificar manual do aluno | Variável por instituição | Consulte o regulamento de TCC |
Como a regulamentação ainda está em evolução, a recomendação prática é sempre consultar o regulamento de TCC e o manual do aluno da sua própria instituição antes da entrega — é ali que constam as exigências específicas e atualizadas que se aplicam ao seu caso.
Um ponto recorrente no debate acadêmico: orientadores relatam maior conforto com alunos que declaram o uso de IA de forma documentada do que com aqueles que negam o uso mas entregam textos com padrões típicos de geração automatizada. A transparência protege o aluno — e demonstra maturidade intelectual.
Se você está escrevendo um TCC de área específica, como na Psicologia (sujeita também às resoluções do CFP) ou no Direito (com normas da OAB), verifique se há orientações adicionais dos conselhos profissionais além das regras da ABNT e da sua universidade.
Riscos na Banca: Como a Detecção Funciona
A pergunta que muitos estudantes fazem em silêncio: “A banca vai descobrir mesmo que eu não declare?” Em 2026, a resposta é sim — com frequência crescente. Há dois mecanismos principais de detecção.
Ferramentas de Detecção Automática
Plataformas como Turnitin, Compilatio e GPTZero incorporaram detectores de IA nos últimos dois anos. Elas analisam padrões estatísticos do texto — como a homogeneidade de comprimento de frases, a ausência de marcadores de autoria pessoal (hesitações, exemplos autobiográficos, erros de concordância típicos de nativos) e a repetição de estruturas sintáticas características de modelos de linguagem. Uma passagem gerada por IA e inserida sem edição substancial tende a se destacar com alta probabilidade de autoria artificial.

Para entender a dimensão desse risco, considere que as bancas de TCC de cursos como Enfermagem, Pedagogia e Direito lidam com textos que seguem estruturas muito padronizadas — exatamente o tipo de produção que os detectores identificam com maior precisão. Confira nosso guia sobre as 30 perguntas mais frequentes na banca de TCC para entender o que os avaliadores realmente verificam durante a defesa.
Inconsistência entre Texto e Apresentação Oral
O segundo mecanismo é humano: membros experientes da banca percebem quando o vocabulário e a profundidade argumentativa do texto escrito não correspondem ao que o aluno demonstra oralmente. Se a introdução do TCC usa terminologia técnica sofisticada mas o aluno não consegue explicar os conceitos durante a arguição, isso levanta suspeita imediata. A banca pode então aprofundar as perguntas sobre metodologia — justamente a seção onde o uso não declarado de IA costuma ser mais evidente.
Consequências Concretas
A lição prática é direta: o risco de omitir supera em muito o risco de declarar. Declarar o uso de IA com transparência é hoje uma posição de vantagem, não de vulnerabilidade.
EU AI Act e o Impacto no Brasil
O Regulamento Europeu de Inteligência Artificial (EU AI Act) entrou em plena aplicação em agosto de 2026 como o primeiro marco legal abrangente sobre IA no mundo. Embora seja uma legislação europeia, seu alcance é global por dois motivos: as ferramentas de IA mais usadas em TCCs brasileiros (ChatGPT, Gemini, Claude) são desenvolvidas por empresas que operam no mercado europeu e precisam cumprir o regulamento; e o EU AI Act serve de referência para legisladores brasileiros no debate sobre o Projeto de Lei de IA que tramita no Congresso Nacional.
O ponto mais relevante para estudantes brasileiros: o EU AI Act classifica sistemas de IA utilizados em contextos educacionais como aplicações de risco elevado, exigindo transparência e rastreabilidade. Isso reforça a tendência — já observada nas políticas que vêm sendo adotadas por universidades brasileiras — de exigir declaração obrigatória do uso dessas ferramentas em trabalhos acadêmicos. Para um panorama completo das implicações do regulamento para teses e estudantes universitários, veja o artigo detalhado sobre o EU AI Act e as universidades em 2026.
Para universidades brasileiras com parcerias e acordos de cotutela com instituições europeias, o alinhamento às exigências do EU AI Act pode se tornar condição para a validade internacional do título. Se você planeja internacionalizar sua formação, declarar o uso de IA no TCC de graduação é também um exercício de boas práticas para a carreira acadêmica futura.
Boas Práticas: Usar IA com Responsabilidade
Declarar o uso de IA é apenas a etapa final de um processo que deve começar na forma como você incorpora essas ferramentas ao seu trabalho. Estas são as práticas que distinguem um uso legítimo de um uso problemático:
- Documente à medida que usa: mantenha um registro das sessões com IA — datas, prompts, ferramentas e versões. Isso facilita a declaração e garante que você tem informação precisa para as referências ABNT.
- Revise e reescreva: nunca cole uma resposta de IA diretamente no TCC. Todo output deve ser reescrito com suas próprias palavras, adaptado ao contexto da sua pesquisa e verificado nas fontes primárias citadas.
- Use IA para estrutura, não para conteúdo: ferramentas de IA são excelentes para sugerir a organização de uma seção, identificar lacunas no argumento ou formatar referências — mas a análise crítica, a interpretação dos dados e as conclusões devem ser originalmente suas.
- Verifique as fontes geradas: modelos de linguagem podem “alucinar” referências bibliográficas inexistentes. Toda citação sugerida por IA deve ser verificada manualmente no repositório original, no repositório institucional da UFMG ou em outras bases acadêmicas reconhecidas.
- Consulte o orientador: antes de utilizar IA de forma extensiva, alinhe com seu orientador quais usos são aceitos e como deve ser a declaração. Essa conversa prévia evita surpresas na defesa.
Além da declaração, outro cuidado fundamental é garantir que os trechos reescritos com apoio de IA não se aproximem demais do texto original das fontes que você está parafraseando. O guia sobre como fazer paráfrase no TCC sem plágio conforme a ABNT NBR 10520:2023 mostra técnicas práticas para reformular ideias com originalidade genuína — evitando que detectores sinalizem seus textos mesmo após o uso responsável de IA.
Para apoio específico com cada capítulo do TCC — da introdução à metodologia — o artigo sobre estrutura ABNT de TCC segundo a NBR 14724 oferece um guia passo a passo com exemplos práticos.
Nos TCCs de área da saúde, onde os padrões éticos são ainda mais rigorosos, a declaração de uso de IA se conecta com as exigências do comitê de ética em pesquisa. O guia de TCC de Enfermagem com resoluções COFEN atualizadas detalha como articular essas exigências específicas.
Tesify: Geração de Referências ABNT com IA — e Declaração Automática
A plataforma Tesify foi desenvolvida para o contexto acadêmico brasileiro: gera referências ABNT NBR 6023:2025 automaticamente, incluindo o formato correto para IA generativa, e oferece modelos de declaração de uso prontos para copiar e adaptar. O plano gratuito inclui acesso às funcionalidades de citação automática.
FAQ: Perguntas Frequentes sobre Declarar Uso de IA no TCC
É obrigatório declarar o uso de IA no TCC?
Sim, em muitas universidades brasileiras em 2026 a declaração de uso de IA é obrigatória, e a tendência é que esse requisito se generalize. A omissão pode ser equiparada a plágio acadêmico, com consequências que vão da reprovação ao processo disciplinar. Consulte sempre o regulamento de TCC da sua instituição.
Como citar o ChatGPT nas referências do TCC segundo a ABNT?
Segundo a ABNT NBR 6023:2025, o formato é: OPENAI. ChatGPT, versão GPT-4o. [Gerado em: dd mês. aaaa]. Inteligência artificial generativa. Disponível em: https://chat.openai.com. Acesso em: dd mês. aaaa.
Onde devo inserir a declaração de uso de IA no TCC?
A declaração deve aparecer em dois locais principais: (1) na seção de Metodologia, descrevendo quais ferramentas foram usadas e com qual finalidade; e (2) nos elementos pré-textuais, como página específica de declaração ou na folha de aprovação, quando a universidade exigir.
A ABNT tem norma específica para citação de IA generativa?
Sim. A ABNT NBR 6023:2025 (publicada em maio de 2025) regulamentou formalmente a citação de conteúdo gerado por IA. O tratamento segue o padrão de softwares e sistemas eletrônicos, com empresa desenvolvedora, nome da ferramenta, versão, data de geração e URL de acesso.
O que acontece se eu não declarar o uso de IA e a banca descobrir?
As consequências variam por instituição, mas incluem: reprovação imediata no TCC, obrigação de reapresentação com prazo restrito, abertura de processo disciplinar por desonestidade acadêmica e, em casos extremos, cancelamento da matrícula. Bancas detectam uso não declarado por padrões textuais e inconsistências entre o texto escrito e a apresentação oral do aluno.
Posso usar IA para escrever capítulos inteiros do meu TCC?
Não. Mesmo com declaração, gerar capítulos inteiros sem revisão e contribuição intelectual própria viola os princípios de autoria acadêmica nas universidades brasileiras. A IA deve ser usada como ferramenta de apoio, com a análise e argumentação sendo de autoria do próprio estudante.
Devo declarar o uso de IA mesmo que tenha usado apenas para corrigir gramática?
Sim. A maioria das diretrizes universitárias de 2026 exige declaração para qualquer uso de IA, incluindo revisão gramatical e ortográfica. O nível de detalhe pode ser menor para usos auxiliares, mas a declaração deve existir. Em caso de dúvida, consulte o regulamento de TCC da sua instituição.
Como a banca identifica o uso não declarado de IA?
Ferramentas como Turnitin, Compilatio e GPTZero detectam padrões estatísticos de geração automatizada. Além disso, membros experientes da banca reconhecem inconsistências de estilo entre o texto escrito e a apresentação oral — quando o vocabulário do TCC não corresponde ao domínio demonstrado pelo aluno durante a arguição.
O EU AI Act afeta as regras de uso de IA no TCC no Brasil?
Indiretamente, sim. O EU AI Act, em plena aplicação desde agosto de 2026, classifica ferramentas de IA em educação como sistemas de risco elevado, exigindo transparência. Isso influencia as políticas de universidades brasileiras com parcerias internacionais e orienta tendências regulatórias no Brasil.
Qual o formato correto de nota de rodapé para declarar uso de IA?
O formato recomendado é: “Este parágrafo foi redigido com assistência do [Nome da ferramenta, versão X], utilizado para [finalidade específica: revisão gramatical / organização de ideias / formatação de referências]. O conteúdo intelectual, análise e conclusões são de autoria do(a) autor(a).” Inclua data de uso e URL quando possível.
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Se precisar de orientações específicas por área, o guia de TCC de Psicologia 2026 com as resoluções do CFP detalha as exigências éticas que se somam às normas da ABNT para estudantes de ciências da saúde e humanas.
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O Tesify é a plataforma de IA acadêmica construída para estudantes brasileiros: gera referências ABNT NBR 6023:2025, formata citações automáticas, inclui modelos de declaração de uso de IA e oferece verificação de plágio integrada. O plano gratuito é suficiente para a maioria dos TCCs de graduação.
