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35 Revistas Científicas Portuguesas de Acesso Aberto 2026 (Por Área + Como Publicar)

35 Revistas Científicas Portuguesas de Acesso Aberto 2026 (Por Área + Como Publicar)

Publicar os resultados da investigação numa revista científica portuguesa de acesso aberto passou a ser, para muitos académicos, não apenas uma escolha estratégica mas uma obrigação contratual. A Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) exige que os artigos resultantes de financiamento público sejam disponibilizados em regime de acesso aberto, e o Plano S europeu reforçou esse imperativo. O desafio prático está em identificar a revista certa dentro de um ecossistema nacional que cresceu consideravelmente ao longo da última década.

Este diretório reúne 35 revistas científicas portuguesas de acesso aberto, organizadas por área, com informação verificada sobre indexação em Scopus e Web of Science, taxa de publicação (APC) e processo de submissão. As fontes utilizadas são o RCAAP/SARC, o SciELO Portugal, o DOAJ e o Impactum da Universidade de Coimbra — todas infraestruturas com critérios de qualidade e avaliação por pares documentados.

Resposta rápida: As revistas científicas portuguesas de acesso aberto estão alojadas principalmente no RCAAP/SARC e no SciELO Portugal, com várias indexadas em Scopus e Web of Science. A grande maioria funciona em modelo diamond open access — sem custos de publicação (APC) para o autor nem para o leitor. A submissão realiza-se geralmente através do sistema OJS diretamente no portal da revista.

As quatro plataformas que agregam revistas científicas portuguesas de acesso aberto

Ecossistema de publicação científica em acesso aberto em Portugal: as quatro plataformas RCAAP, SciELO Portugal, Impactum e DOAJ interligadas numa rede de revistas científicas
O ecossistema nacional de publicação científica em acesso aberto organiza-se em torno de quatro infraestruturas principais: RCAAP/SARC, SciELO Portugal, Impactum (UC) e DOAJ.

Antes de percorrer a lista, é útil conhecer os portais que alojam e indexam estas publicações. Em Portugal, a produção científica em acesso aberto circula por quatro infraestruturas principais:

Plataforma O que aloja Acesso
RCAAP / SARC Repositórios institucionais + revistas em OJS revistas.rcaap.pt
SciELO Portugal Coleção de revistas com qualidade certificada scielo.pt
Impactum (UC) Revistas da Universidade de Coimbra impactum-journals.uc.pt
DOAJ Diretório global; inclui revistas portuguesas doaj.org

A coleção SciELO Portugal conta atualmente com 59 revistas ativas. O SARC, por sua vez, presta um serviço gratuito de alojamento de revistas científicas nacionais que transitam para a publicação em acesso aberto, usando o Open Journal Systems (OJS). Para interpretar as métricas associadas a cada título — quartil SJR, índice-h, fator de impacto JCR — consulte o guia de indicadores bibliométricos Scopus, WoS e SJR Scimago.

As 35 revistas científicas portuguesas de acesso aberto por área

A lista abaixo inclui apenas revistas com avaliação por pares e presença verificável em RCAAP, SciELO Portugal, Impactum ou DOAJ. Todas disponibilizam o conteúdo gratuitamente ao leitor. A coluna “APC” indica se existe custo de processamento para o autor — “sem APC” significa modelo diamante.

Ciências da Saúde e do Desporto

  1. Revista de Enfermagem Referência (REF)
    Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC). Indexada em Scopus, SciELO Portugal, DOAJ, CINAHL (EBSCOHost), RCAAP, Latindex e ProQuest. APC: sem APC. Submissão via OJS em revistas.rcaap.pt/referencia.
  2. Motricidade
    Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Indexada em Scopus (Elsevier), Web of Science/SciELO Citation Index (Clarivate), SJR/SCImago e PsycINFO. APC: sem APC. Submissão via OJS em revistas.rcaap.pt/motricidade.
  3. Acta Obstétrica e Ginecológica Portuguesa
    Sociedade Portuguesa de Obstetrícia e Ginecologia. Indexada em SciELO Portugal, DOAJ. APC: sem APC. Submissão através do portal da SPOG.
  4. Acta Portuguesa de Nutrição
    Associação Portuguesa dos Nutricionistas. Indexada em SciELO Portugal, DOAJ. APC: sem APC. Submissão via scielo.pt.
  5. Medicina Interna
    Sociedade Portuguesa de Medicina Interna. Indexada em SciELO Portugal. APC: sem APC. Aceita artigos em português e inglês.
  6. Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
    Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar. Indexada em SciELO Portugal, DOAJ. APC: sem APC. Submissão em rpmgf.pt.
  7. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental
    Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental. Indexada em SciELO Portugal, DOAJ. APC: sem APC.
  8. NASCER E CRESCER / Birth and Growth Medical Journal
    ULS de Santo António — Hospital de Santo António (Porto). Indexada em RCAAP, SciELO. Publica em português e inglês. APC: sem APC.

Ciências Sociais e Políticas

  1. Análise Social
    Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa). Fundada em 1963. Indexada em Web of Science (SciELO Citation Index), Scopus, SciELO Portugal, ERIH PLUS, JSTOR e CAPES/Brasil. APC: sem APC. Submissão via OJS em revistas.rcaap.pt/analisesocial.
  2. Análise Psicológica
    Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL). Indexada em SciELO Portugal, PsycINFO, DOAJ. Publica estudos empíricos e teóricos em psicologia. APC: sem APC.
  3. Sociologia, Problemas e Práticas
    Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL). Indexada em SciELO Portugal, DOAJ. Modelo diamante explícito. APC: sem APC.
  4. Forum Sociológico
    Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa. Indexada em SciELO Portugal. APC: sem APC.
  5. Relações Internacionais
    Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI-NOVA). Indexada em SciELO Portugal, DOAJ, RCAAP. APC: sem APC. Submissão via revistas.rcaap.pt/ri.
  6. Laboreal
    Universidade do Porto / Universidade Federal do Pará (Brasil). Indexada em SciELO Portugal, DOAJ (psicologia do trabalho e ergonomia). APC: sem APC.
  7. Revista Crítica de Ciências Sociais
    Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES-UC). Indexada em SciELO Portugal, DOAJ, ERIH PLUS. Aborda perspetivas críticas interdisciplinares. APC: sem APC.

Ciências da Educação

  1. Revista Portuguesa de Educação
    Universidade do Minho. Indexada em SciELO Portugal, DOAJ, ERIC. APC: sem APC. Submissão via scielo.pt e pelo portal da UMinho.
  2. Sisyphus — Journal of Education
    Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Indexada em RCAAP, DOAJ, ERIH PLUS. Publica em inglês e aceita trabalhos de investigação comparada. APC: sem APC.
  3. Quadrante
    Sociedade Portuguesa de Investigação em Educação Matemática (SPIEM). Indexada em RCAAP, DOAJ, ERIC. Dedicada à investigação em educação matemática. APC: sem APC.
  4. RE@D — Revista de Educação a Distância e eLearning
    Universidade Aberta. Indexada em RCAAP, DOAJ, Latindex. Foco em ensino a distância e tecnologias educativas. APC: sem APC.
  5. Interacções
    Instituto Politécnico de Santarém. Indexada em RCAAP, Latindex. Abrange temas de educação, psicologia e ciências sociais aplicadas. APC: sem APC.

Humanidades e Ciências Culturais

  1. Etnográfica
    Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA). Indexada em SciELO Portugal, DOAJ, ERIH PLUS. Uma das principais revistas europeias de antropologia social e cultural publicadas em Portugal. APC: sem APC.
  2. Medievalista
    Instituto de Estudos Medievais da Universidade NOVA de Lisboa. Indexada em SciELO Portugal, DOAJ, ERIH PLUS. Especializada em história medieval. APC: sem APC.
  3. Finisterra — Revista Portuguesa de Geografia
    Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa. Fundada em 1966 por Orlando Ribeiro. Indexada em Scopus, Web of Science (ESCI/Clarivate), SciELO Citation Index e SCImago. APC: sem APC. Submissão via OJS em revistas.rcaap.pt/finisterra.
  4. Anais de História de Além-Mar
    Centro de História d’Aquém e d’Além-Mar (CHAM — NOVA/UAç). Indexada em RCAAP, Latindex, DOAJ. Cobre história dos impérios ibéricos e mundos extra-europeus. APC: sem APC.
  5. Práticas da História
    Instituto de História Contemporânea (IHC-NOVA). Indexada em RCAAP, DOAJ. Foca teoria e epistemologia da história. APC: sem APC.
  6. Archai: The Origins of Western Thought
    Universidade de Brasília / Universidade de Coimbra (Impactum). Indexada em Web of Science (Clarivate), Scopus, SciELO, L’Année Philologique e Philosophers Index. APC: sem APC.

Comunicação, Media e Artes

  1. Media & Journalism
    Universidade do Minho. Indexada em Scopus, SciELO Portugal, DOAJ. Cobre estudos de jornalismo, comunicação e media. APC: sem APC.
  2. Convergências — Revista de Investigação e Ensino das Artes
    Instituto Politécnico de Castelo Branco. Indexada em SciELO Portugal, DOAJ. Abrange design, artes visuais e multimédia. APC: sem APC.
  3. Revista Internacional em Língua Portuguesa (RILP)
    Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP). Indexada em SciELO Portugal, DOAJ, Latindex. APC: sem APC.
  4. Sinais de Cena
    Associação Portuguesa de Críticos de Teatro (APCT). Indexada em RCAAP, Latindex. Dedicada aos estudos de teatro e artes performativas. APC: sem APC.

Ciências Jurídicas

  1. Revista Jurídica Portucalense
    Universidade Portucalense. Indexada em DOAJ, REDIB, CrossRef, RCAAP. Publica em português e aceita artigos em inglês e espanhol. APC: sem APC. Submissão via OJS em revistas.rcaap.pt/juridica.
  2. e-Pública — Revista Eletrónica de Direito Público
    Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Universidade de Lisboa (ICJP-ULisboa). Indexada em DOAJ, Latindex, Indexar. Foca direito público, constitucional e administrativo. APC: sem APC.

Ciências Agrárias, Ambientais e do Mar

  1. Revista de Ciências Agrárias
    Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal. Indexada em SciELO Portugal, DOAJ, CAB Abstracts. Cobre agronomia, silvicultura e ciências do ambiente. APC: sem APC. Submissão via scielo.pt.
  2. Arquipelago — Life and Marine Sciences
    Universidade dos Açores. Indexada em RCAAP, Latindex, DOAJ. Especializada em biologia marinha e ciências naturais do Atlântico. APC: sem APC.
  3. Conservar Património
    Associação Profissional de Conservadores-Restauradores de Portugal (ARP). Indexada em Scopus, Web of Science (ESCI), DOAJ. Modelo diamante. APC: sem APC. Submissão via OJS em revistas.rcaap.pt/conservarpatrimonio.

Como publicar em acesso aberto: via dourada e via verde

Diagrama comparativo das duas vias de acesso aberto: via dourada (publicação direta em revista OA sem APC) e via verde (depósito no repositório RCAAP após publicação em revista de assinatura)
Via dourada (Gold OA) versus via verde (Green OA): a via dourada publica diretamente numa revista de acesso aberto, geralmente sem APC; a via verde deposita o manuscrito aceite num repositório RCAAP.

No contexto da política nacional e europeia de ciência aberta, existem três vias de acesso aberto reconhecidas pela FCT:

  • Via Dourada (Gold OA): o artigo é publicado diretamente numa revista de acesso aberto, ficando imediatamente disponível ao público. É o modelo de todas as 35 revistas listadas acima. A maioria não cobra APC, funcionando em modelo diamante — sem custos nem para o autor nem para o leitor. Esta é a via mais simples de cumprir os requisitos de acesso aberto.
  • Via Verde (Green OA): o artigo é publicado numa revista de assinatura, mas o autor deposita simultaneamente o manuscrito aceite num repositório da rede RCAAP. A FCT exige que esse depósito ocorra no momento da aceitação ou da publicação. O depósito deve ser feito em PDF ou PDF/A — o guia de como converter a tese ou artigo para PDF/A 2026 em pt.tesify.pro explica o processo passo a passo.
  • Via Transformativa: publicação em revistas híbridas de editoras como Elsevier ou Wiley ao abrigo dos acordos b-on. O APC é coberto institucionalmente, sem custo direto para o autor filiado numa instituição do consórcio b-on.

Antes de escolher a via, é fundamental verificar as condições de autoarquivo da revista alvo. A ferramenta SHERPA RoMEO indica quais as versões do artigo que podem ser depositadas no RCAAP e em que condições. Para detalhes sobre licenciamento Creative Commons e autoarquivo, consulte o artigo sobre direitos de autor, Creative Commons e SHERPA RoMEO.

Plano S, FCT e acordos para reembolso de APC

Portugal é signatário do Plano S (cOAlition S) através da FCT, o que implica que as publicações resultantes de financiamento público devem cumprir o princípio de acesso imediato e irrestrito. A política de acesso aberto da FCT, atualizada em 2025 e disponível em fct.pt, estabelece que:

  • Artigos financiados por bolsas FCT devem ser depositados no RCAAP no momento da publicação ou aceitação para publicação.
  • Os APCs resultantes de projetos FCT elegíveis podem ser reembolsados, desde que a publicação seja em acesso aberto imediato, a licença seja Creative Commons CC-BY (ou equivalente) e o APC não exceda os limites definidos pela FCT.
  • Os acordos com Elsevier (via consórcio b-on, vigentes para 2025–2027) e Wiley cobrem APCs para autores correspondentes filiados em instituições portuguesas do consórcio, sem custo direto para o investigador.
  • Para teses e dissertações defendidas e aprovadas, o autor tem 60 dias após a obtenção do grau para promover o depósito no repositório RCAAP da sua instituição.

Nas 35 revistas desta lista, a questão do APC não se coloca — todas praticam acesso aberto sem custos para o autor. O Plano S torna-se mais relevante quando a escolha recai sobre uma revista internacional de assinatura ou híbrida.

Como escolher a revista certa para o seu trabalho

Fluxograma de decisão para escolher a revista científica certa: quatro critérios — âmbito editorial, indexação Scopus/WoS, tempo de resposta e modelo de acesso aberto — levam à submissão final
Critérios para selecionar a revista científica adequada: âmbito editorial, indexação Scopus/WoS, tempo de resposta editorial e modelo de acesso aberto (diamante, dourado ou transformativo).

Com 35 opções nacionais e muitas mais internacionais, a escolha pode ser difícil. Quatro critérios práticos ajudam a decidir:

  1. Escopo editorial: leia os dois últimos números da revista para confirmar que o seu tema, metodologia e posicionamento teórico se enquadram no perfil. Atenção à língua de publicação — algumas revistas da lista aceitam apenas português, outras publicam em inglês ou bilingue.
  2. Indexação e visibilidade: para fins de progressão na carreira académica e avaliação da FCT, prefira revistas indexadas em Scopus ou WoS. As revistas com quartil Q1 ou Q2 no SCImago (SJR) têm maior impacto citacional. O guia de indicadores bibliométricos e métricas académicas detalha como interpretar estes dados.
  3. Ciclo editorial e tempo de resposta: o tempo entre submissão e primeira decisão editorial varia entre semanas e vários meses. Antes de submeter, consulte as instruções aos autores ou dados publicados sobre o tempo médio de revisão por pares nessa revista.
  4. Complemento com opções internacionais: se o trabalho for derivado de uma tese e o escopo da investigação justificar uma audiência internacional, o diretório de revistas confiáveis em DOAJ, SciELO e Qualis complementa esta lista com opções além-fronteiras.

Quando a tese está elaborada com a Tesify, é possível partir da estrutura de capítulos para redigir o artigo — identificando os segmentos com maior potencial de publicação independente e adaptando o enquadramento teórico e a discussão ao formato conciso exigido pelas revistas.

Perguntas frequentes

O que é o RCAAP e como encontrar revistas aí alojadas?

O RCAAP (Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal) é a infraestrutura nacional que agrega repositórios institucionais e aloja revistas científicas através do SARC (Serviço de Alojamento de Revistas Científicas), um serviço gratuito para publicações nacionais. Para explorar as revistas disponíveis, aceda a revistas.rcaap.pt e navegue por área temática ou pesquise pelo nome da publicação. O SARC usa o sistema OJS (Open Journal Systems) para toda a gestão editorial.

As revistas portuguesas de acesso aberto cobram taxa de publicação (APC)?

A grande maioria das revistas nacionais listadas neste diretório funciona em modelo diamond open access — sem qualquer custo para o autor ou para o leitor. Este modelo é predominante em Portugal porque grande parte das revistas são financiadas por instituições públicas (universidades, politécnicos e centros de investigação FCT). Verifique sempre as instruções aos autores no portal da revista antes de submeter.

Posso publicar em acesso aberto se a minha investigação não foi financiada pela FCT?

Sim. O acesso aberto não está restrito a investigação financiada por bolsas públicas. Qualquer autor pode submeter às revistas listadas, independentemente da fonte de financiamento. A obrigatoriedade de acesso aberto aplica-se apenas a publicações resultantes de bolsas FCT e de projetos do Programa Horizonte Europa, no âmbito do Plano S.

O SciELO Portugal é diferente do SciELO Brasil?

Sim. O SciELO Portugal (scielo.pt) é uma coleção autónoma, gerida pela FCT em parceria com a rede SciELO internacional, e inclui revistas publicadas em Portugal ou com sede editorial portuguesa. O SciELO Brasil tem o seu próprio sistema de avaliação (Qualis-CAPES) e inclui principalmente revistas brasileiras. Uma revista pode estar em ambas as coleções se cumprir os critérios de cada uma, mas a candidatura é feita separadamente.

O que é a via verde e como funciona o depósito no RCAAP?

A via verde consiste em depositar o manuscrito aceite (ou a versão publicada, quando permitido pela revista) num repositório da rede RCAAP da instituição do autor. O depósito deve ser feito no momento da aceitação ou da publicação, geralmente em formato PDF ou PDF/A. Para verificar se uma determinada revista permite o autoarquivo e em que versão, consulte a ferramenta SHERPA RoMEO (sherpa.ac.uk/romeo).

Como verificar se uma revista portuguesa está indexada em Scopus ou WoS?

Aceda à página “Sobre a Revista” no portal RCAAP ou SciELO da publicação — a informação de indexação está geralmente listada aí. Pode também pesquisar o título diretamente em scopus.com (separador Sources) ou em mjl.clarivate.com (Master Journal List da Web of Science). O DOAJ indica igualmente, para cada revista, os principais índices em que está incluída.

Da tese ao artigo publicado — com a Tesify

Transformar os capítulos da tese num artigo publicável requer reestruturar o argumento, condensar a revisão de literatura e adaptar as conclusões ao escopo de uma revista. A Tesify apoia esse processo em português europeu: sugestões de estrutura para artigos, verificação de consistência bibliográfica e revisão de coerência argumentativa, desde o primeiro rascunho até à submissão final.

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