Repositórios de Dados de Investigação Lusófonos 2026: Onde Depositar
Terminaste a recolha de dados para a tua tese ou projeto de investigação e chegou a hora de os partilhar com a comunidade científica — mas onde? Para investigadores em Portugal e no Brasil, a escolha do repositório certo pode fazer a diferença entre dados que ficam esquecidos num disco rígido e dados que geram citações, aumentam a visibilidade da tua investigação e cumprem os requisitos da FCT, da CAPES ou do financiador europeu. Este guia reúne os principais repositórios de dados de investigação disponíveis para o espaço lusófono em 2026, com critérios concretos para escolheres onde depositar.
O depósito de dados deixou de ser uma opção voluntária. A FCT exige que projetos financiados apresentem um Plano de Gestão de Dados nos primeiros seis meses e que os dados sejam depositados num repositório seguro e certificado, em conformidade com os princípios FAIR (Findable, Accessible, Interoperable, Reusable). No Brasil, o IBICT e a CAPES têm desenvolvido infraestrutura própria, e o mandato de ciência aberta avança a passos largos. Saber navegar este ecossistema em 2026 é competência indispensável para qualquer investigador ou mestrando.
Porque depositar dados de investigação em 2026
Depositar dados de investigação num repositório certificado traz vantagens concretas e, cada vez mais, é uma exigência formal. A FCT, alinhada com o Plan S e os requisitos da Comissão Europeia para projetos Horizon Europe, exige que os beneficiários de financiamento depositem os dados em repositórios seguros e certificados, o mais cedo possível após a recolha. Em 2024, a FCT lançou um concurso (RI/00139/2024) para criar até dez Centros de Gestão de Dados de Investigação em Portugal, sinal claro de que o tema está no topo das prioridades institucionais.
Do ponto de vista académico, dados depositados corretamente recebem um DOI (Digital Object Identifier) permanente, tornam-se citáveis de forma independente da publicação principal e aumentam a visibilidade do trabalho. Investigadores cujos dados estão acessíveis registam, em média, mais citações para os artigos associados. Para quem escreve uma tese de mestrado ou doutoramento, o depósito de dados complementa o texto escrito e demonstra rigor metodológico — um argumento de peso em defesas públicas e em candidaturas pós-graduadas.
Sobre como estruturar correctamente o plano que acompanha este depósito, consulta o guia sobre plano de gestão de dados para teses, que cobre as secções obrigatórias exigidas pela FCT e pelo Horizon Europe.
Os princípios FAIR: o que significam na prática
Qualquer repositório certificado deve respeitar os princípios FAIR, publicados em 2016 e hoje adotados como referência pela Comissão Europeia, pela FCT e pela maioria dos grandes financiadores científicos. Na prática, isto traduz-se em quatro requisitos:
- Findable (Encontrável): Os dados têm um identificador persistente (DOI, Handle) e metadados ricos indexados em motores de pesquisa científica.
- Accessible (Acessível): Os dados — ou pelo menos os seus metadados — são acessíveis através de protocolos abertos e padronizados, mesmo que o acesso aos ficheiros exija autenticação por razões legítimas.
- Interoperable (Interoperável): Os dados usam vocabulários controlados, ontologias e formatos reconhecidos pela comunidade científica, facilitando a integração com outros conjuntos de dados.
- Reusable (Reutilizável): Os dados têm uma licença clara (Creative Commons, por exemplo), metadados detalhados sobre proveniência e condições de reutilização.
Ao escolheres um repositório, verifica se ele atribui DOIs automáticos, suporta vocabulários controlados e permite escolher a licença de acesso. Repositórios com certificação CoreTrustSeal ou Data Seal of Approval garantem que estes requisitos estão cumpridos de forma auditável.
Repositórios internacionais generalistas
Zenodo
O Zenodo é a opção mais popular entre investigadores lusófonos sem repositório institucional disponível. Desenvolvido pelo CERN e pela infraestrutura OpenAIRE, aceita qualquer tipo de ficheiro (dados brutos, código, apresentações, relatórios), em qualquer disciplina, com um limite de 50 GB por registo (podendo solicitar quota adicional de 100 GB). Cada depósito recebe um DOI permanente e fica integrado com o ORCID e com o registo OpenAIRE. É completamente gratuito. Para saber mais sobre a comparação entre Zenodo e outras opções para teses, consulta o artigo sobre Zenodo, Dryad e B2SHARE.
O processo de depósito é direto: cria uma conta com o ORCID ou e-mail institucional, cria um novo registo, faz upload dos ficheiros, preenche os metadados e seleciona a licença. O DOI é atribuído ao publicar. Podes criar comunidades temáticas dentro do Zenodo — há comunidades específicas para investigação lusófona, ciências sociais e humanidades digitais.
Dryad
O Dryad é um repositório temático especializado em ciências da vida, ecologia, biologia evolutiva e áreas afins. Tem parceria com centenas de revistas científicas internacionais, o que facilita o depósito simultâneo com a submissão de artigos. Cobra uma taxa de curadoria (Data Publishing Charge) que pode ser dispensada para investigadores sem financiamento ou em países de baixo rendimento. Os dados são publicados sob licença CC0 (domínio público), o que maximiza a reutilização mas elimina a atribuição obrigatória. Para teses nas áreas da biologia, medicina ou saúde ambiental, é uma referência incontornável.
B2SHARE
O B2SHARE é parte da infraestrutura EUDAT (European Research Infrastructure Consortium) e destina-se sobretudo a projetos financiados pela União Europeia. É gratuito para investigadores europeus, suporta ficheiros até 10 GB por registo e garante preservação a longo prazo. No âmbito do RCAAP, o serviço Re.data disponibilizou o B2SHARE como opção para investigadores portugueses filiados em instituições participantes, tornando-o especialmente relevante para projetos Horizon Europe. A certificação FAIR Data Point permite que os metadados sejam consultáveis por agentes automáticos, favorecendo a interoperabilidade.
Repositórios para investigadores em Portugal
Repositório de Dados Científicos RCAAP (dados.rcaap.pt)
O Repositório de Dados Científicos do RCAAP, disponível em dados.rcaap.pt, é a infraestrutura nacional gerida pela FCCN (unidade digital da FCT). Permite o depósito de conjuntos de dados de investigação com DOI, metadados Dublin Core e integração com o portal RCAAP principal, que agrega mais de 1 milhão de documentos de repositórios nacionais e brasileiros. O acesso e registo são gratuitos para investigadores filiados em instituições do sistema científico nacional. Para uma visão completa do ecossistema RCAAP, incluindo o portal principal e os repositórios institucionais agregados, consulta o guia sobre o RCAAP.
DataRepositoriUM (Universidade do Minho)
O DataRepositoriUM é o repositório de dados da Universidade do Minho, construído sobre a plataforma Dataverse e com certificação CoreTrustSeal válida até julho de 2028. Conta com mais de 290 conjuntos de dados e 2 621 ficheiros. Aceita dados de qualquer área científica e está aberto a investigadores externos que colaborem com a UMinho. Para investigadores de outras universidades portuguesas, a alternativa é verificar se a própria instituição dispõe de repositório equivalente — a lista completa está documentada no artigo sobre repositórios institucionais PT.
Biblioteca Nacional de Portugal (bnportugal.gov.pt)
A Biblioteca Nacional de Portugal mantém o registo de teses e dissertações nacionais e o depósito legal digital. Embora não seja um repositório de dados brutos no sentido estrito, é o ponto de depósito obrigatório para teses de doutoramento e é indexada por agregadores internacionais. Para pesquisa e acesso a trabalhos académicos portugueses, funciona como complemento essencial ao RCAAP. O guia sobre Biblioteca Nacional explica como pesquisar e aceder ao catálogo.
Re.data / B2SHARE Portugal
O serviço Re.data, desenvolvido no âmbito do projeto nacional de infraestruturas de ciência aberta, oferece o B2SHARE como plataforma de depósito para investigadores portugueses. Está documentado em redata.pt e é particularmente útil para projetos com parceiros europeus, uma vez que facilita a interoperabilidade com outras infraestruturas EUDAT.
Repositórios para investigadores no Brasil
Deposita Dados (IBICT)
O Deposita Dados (depositadados.ibict.br) é o Repositório Comum de Dados de Pesquisa do IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia). A navegação e o acesso aos metadados são abertos ao público em geral; o depósito é gratuito para investigadores brasileiros. Em maio de 2025, o SciELO publicou um Guia de Depósito de Dados de Pesquisa (versão 1.1) que documenta os procedimentos para diferentes tipos de dados e disciplinas — um recurso de referência para quem começa. O repositório cobre todas as áreas científicas e emite DOIs para cada conjunto de dados depositado.
SciELO Data
O SciELO Data (data.scielo.org), desenvolvido pela Rede SciELO em parceria com a FAPESP, destina-se ao depósito de dados associados a artigos publicados ou submetidos em revistas da rede SciELO. É especialmente relevante para investigadores das ciências da saúde, ciências sociais aplicadas e humanidades que publicam em revistas indexadas no SciELO. Segundo o portal SciELO, a rede abrange mais de 1 300 revistas em acesso aberto na América Latina, Caribe, Espanha e Portugal, garantindo uma audiência transnacional para os dados depositados.
BDTD — Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações
A BDTD (bdtd.ibict.br) é o portal central de teses e dissertações defendidas no Brasil, mantido pelo IBICT. Não é um repositório de dados brutos, mas é o equivalente brasileiro do RCAAP para trabalhos académicos completos. Permite pesquisar teses por área, instituição e autor, e está integrado com o Catálogo de Teses da CAPES. Para investigadores que procuram literatura cinzenta académica brasileira — fundamental para revisões de literatura ou análises bibliométricas — a BDTD é ponto de partida obrigatório.
Catálogo de Teses e Dissertações CAPES
O Catálogo de Teses e Dissertações da CAPES (catalogodeteses.capes.gov.br) reúne trabalhos defendidos em programas de pós-graduação reconhecidos no Brasil desde 1987. Tem mais de 1 milhão de registos e é de acesso gratuito. O depósito é obrigatório para todas as teses e dissertações defendidas em programas avaliados pela CAPES, tornando-o a fonte mais abrangente de produção pós-graduada brasileira.
Repositórios temáticos relevantes
Para além dos repositórios generalistas e nacionais, existem plataformas especializadas que valem a pena conhecer consoante a área científica:
- OSF (Open Science Framework): Plataforma generalista muito usada em psicologia, ciências sociais e educação. Permite pré-registo de estudos, partilha de materiais e dados, e integração com Zenodo. Gratuito e sem limites de armazenamento para projetos públicos.
- Harvard Dataverse: Um dos maiores repositórios Dataverse do mundo, aberto a investigadores de qualquer instituição. Particularmente popular em ciências sociais e humanidades digitais, com comunidades ativas de investigadores lusófonos.
- Pangaea: Especializado em dados de ciências da terra, oceanografia e climatologia. Muito usado por investigadores portugueses e brasileiros com projetos marinhos ou climáticos.
- GenBank / ENA: Para dados genómicos e de sequenciação. Obrigatório para publicação em muitas revistas de biologia molecular e genética.
- Figshare: Repositório generalista similar ao Zenodo, com boa integração com ferramentas de colaboração académica e suporte a visualização de dados in-browser.
O sítio re3data.org (Registry of Research Data Repositories) é o melhor ponto de partida para encontrar repositórios certificados por área específica: permite filtrar por disciplina, tipo de acesso, licença e certificação, e lista mais de 3 000 repositórios em todo o mundo.
Como escolher o repositório certo
A escolha do repositório deve ponderar quatro fatores principais:
1. Requisitos do financiador
Se o teu projeto é financiado pela FCT, verifica se existe lista de repositórios aprovados (tipicamente os que têm DOI e certificação reconhecida). Para projetos Horizon Europe, a Comissão Europeia aceita qualquer repositório listado no re3data ou no OpenDOAR. Para projetos CAPES ou CNPq no Brasil, o Deposita Dados e o SciELO Data são as opções preferenciais.
2. Disciplina científica
Repositórios temáticos como o Dryad (ciências da vida), Pangaea (geociências) ou GenBank (genómica) oferecem metadados especializados, comunidades de prática ativas e integração com revistas da área — o que aumenta significativamente a descoberta e o impacto dos dados. Para ciências sociais, humanidades e interdisciplinar, o Zenodo, o OSF ou o Harvard Dataverse são mais adequados.
3. Afiliação institucional
Se a tua universidade tem repositório institucional de dados, o depósito nesse repositório pode ser obrigatório e garante preservação a longo prazo coordenada com os sistemas de arquivo da instituição. Verifica junto da biblioteca ou dos serviços de documentação. A lista de repositórios institucionais PT ajuda a identificar qual o repositório de dados da tua universidade.
4. Tipo e volume de dados
Para conjuntos de dados muito grandes (acima de 50 GB), o Zenodo pode não ser suficiente sem quota adicional. O B2SHARE tem limite de 10 GB por registo. O Harvard Dataverse não tem limite explícito para projetos públicos. Para dados sensíveis (dados pessoais, dados clínicos), é necessário um repositório que suporte acesso controlado e seja compatível com o RGPD — o OSF e o DataRepositoriUM têm esta funcionalidade.
Como referido pelo blog Marco Armello — Pílulas de Ciência, a gestão de dados de investigação começa muito antes do depósito: a organização de ficheiros, a nomenclatura consistente e o registo de metadados devem ser práticas desde o início da recolha de dados, não uma tarefa de última hora antes da submissão.
Tabela comparativa dos principais repositórios
| Repositório | País/Âmbito | Disciplina | Custo | Limite | DOI | Certificação |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Zenodo | Internacional | Generalista | Gratuito | 50 GB/registo | Sim | OpenAIRE |
| Dryad | Internacional | Ciências da vida | Taxa curadoria (isenções) | Sem limite fixo | Sim | CoreTrustSeal |
| B2SHARE / Re.data | Europa / PT | Generalista | Gratuito | 10 GB/registo | Sim | EUDAT |
| dados.rcaap.pt | Portugal | Generalista | Gratuito | A definir por instituição | Sim | FCCN/FCT |
| DataRepositoriUM | Portugal (UMinho) | Generalista | Gratuito | A pedido | Sim | CoreTrustSeal |
| Deposita Dados (IBICT) | Brasil | Generalista | Gratuito | Não publicado | Sim | IBICT |
| SciELO Data | América Latina / PT | Revistas SciELO | Gratuito | Não publicado | Sim | SciELO/FAPESP |
| OSF | Internacional | Generalista | Gratuito | Sem limite (público) | Sim | COS |
Perguntas frequentes
Sou mestrando — sou obrigado a depositar os dados da minha tese num repositório?
Depende da tua universidade e do regulamento do teu programa. Em Portugal, o depósito de dados brutos ainda não é universalmente obrigatório para mestrados, mas muitas universidades já exigem ou recomendam o depósito como parte das boas práticas de ciência aberta. Consulta o teu orientador e os serviços de documentação da biblioteca. Se o teu projeto tem financiamento FCT — mesmo que parcial — os requisitos de depósito aplicam-se. Para teses de doutoramento, o depósito no repositório institucional e no RCAAP é obrigatório em Portugal.
O que é um DOI e porque é importante para os meus dados?
Um DOI (Digital Object Identifier) é um identificador permanente e único atribuído a um objeto digital — neste caso, ao teu conjunto de dados. Funciona como um endereço que nunca muda, mesmo que o URL do repositório seja alterado. Permite citar os dados de forma padronizada, rastrear quem os cita e reutiliza, e demonstrar o impacto do teu trabalho para além dos artigos publicados. Todos os repositórios listados neste artigo atribuem DOIs automaticamente.
Posso depositar dados sensíveis (dados pessoais, dados clínicos) num repositório aberto?
Sim, mas com acesso controlado. Repositórios como o OSF, o DataRepositoriUM e o Zenodo permitem definir diferentes níveis de acesso: público, restrito (apenas a pedido) ou embargado (aberto após um período definido). Para dados pessoais, deves garantir a conformidade com o RGPD em Portugal ou com a LGPD no Brasil: anonimização, pseudonimização ou acesso por protocolo de investigação. O teu plano de gestão de dados deve especificar claramente como serão geridos os dados sensíveis.
Qual a diferença entre o RCAAP e o dados.rcaap.pt?
O RCAAP (rcaap.pt) é o portal de meta-repositório que agrega publicações científicas — artigos, teses, dissertações — de repositórios institucionais de toda Portugal e do Brasil. O dados.rcaap.pt é um serviço diferente, especificamente dedicado ao depósito e gestão de dados de investigação (conjuntos de dados, ficheiros de análise, questionários, etc.). São plataformas complementares geridas pela mesma entidade (FCCN/FCT), mas com objetos diferentes: textos e publicações vs. dados brutos de investigação.
Como encontro repositórios de dados certificados na minha área específica?
O re3data.org (Registry of Research Data Repositories) é o melhor recurso: lista mais de 3 000 repositórios e permite filtrar por disciplina, país, tipo de dados, licença, tipo de acesso e certificação. Também podes consultar as recomendações de revistas científicas onde pretendes publicar — muitas revistas têm listas de repositórios recomendados ou obrigatórios para a área, o que facilita a decisão e melhora as hipóteses de aceitação do artigo.
Posso depositar no Zenodo se a minha universidade tem repositório próprio?
Sim, e em muitos casos é recomendável fazê-lo em ambos. O depósito no repositório institucional cumpre obrigações locais e garante visibilidade na comunidade académica da universidade; o depósito simultâneo no Zenodo aumenta a visibilidade internacional e a integração com plataformas como o OpenAIRE, ORCID e Google Scholar. Verifica se o regulamento da tua universidade tem preferências ou requisitos sobre o repositório principal — mas o duplo depósito raramente é proibido e frequentemente é encorajado.
Próximos passos
Definir onde depositar os dados é apenas uma parte do processo. Para um fluxo de trabalho completo, vale a pena estruturar o plano de gestão de dados desde o início da investigação — antes de recolher os primeiros registos. Esse plano documenta que dados vais recolher, como os vais organizar, onde e quando os vais depositar, e em que condições podem ser reutilizados.
Para pesquisar literatura académica que complementará os teus dados, o RCAAP é o ponto de partida para produção científica lusófona, e a BDTD cobre teses e dissertações brasileiras. Para os repositórios institucionais das universidades portuguesas, a lista completa está no artigo sobre repositórios institucionais PT.
A gestão de dados de investigação é uma competência que distingue investigadores rigorosos — e que, como nota o blog Ciência em Tese, começa sempre mais cedo do que pensamos. Quanto mais cedo estruturares o teu repositório de dados, menos trabalho terás na fase final da tese.
O Tesify Editor IA ajuda-te a estruturar capítulos, organizar referências e manter a consistência metodológica ao longo da tese — para que o depósito de dados seja apenas mais um passo num processo bem planeado.
