“`html

Acabaste de clicar em “Submeter”. A tese está entregue. Respiras fundo. Mas depois — quase como um murro no estômago — surge aquela pergunta que não te larga: “E se a universidade detetar que usei IA para reformular aquele capítulo?”
Não estás sozinho. Em 2025, milhares de estudantes da Universidade de Lisboa vivem esta mesma ansiedade. E com razão. A informação oficial sobre o que a ULisboa realmente verifica nas teses está espalhada entre regulamentos internos, portais Moodle, PDFs perdidos em sites de faculdades e rumores de corredor. A maioria dos alunos não sabe o que já é verificado, como funciona a deteção, nem onde acaba a análise de plágio e começa a deteção de escrita por inteligência artificial.
Este artigo muda isso. Aqui, vais encontrar — pela primeira vez num único lugar — todas as evidências institucionais, uma explicação clara das ferramentas utilizadas (Turnitin, antiplagio.ulisboa.pt, Turnitin Clarity) e um plano de ação concreto com 7 passos para entregares um trabalho 100% ético e à prova de qualquer verificação. Plataformas como o tesify.pt já ajudam estudantes a auditar os seus textos antes da submissão — mas primeiro, vamos entender exatamente o que a Universidade de Lisboa consegue verificar.
Sim, a Universidade de Lisboa verifica trabalhos académicos — incluindo teses — através do portal antiplagio.ulisboa.pt e do Turnitin integrado no Moodle. Em 2025, o Turnitin já inclui funcionalidades de deteção de escrita por IA (via Turnitin Originality e Turnitin Clarity), embora a ativação do módulo de IA dependa da licença e configuração de cada faculdade. Mesmo que nem todas as unidades orgânicas tenham a deteção de IA ativada hoje, o ecossistema técnico já o permite — e a tendência é de adoção crescente. Para garantir originalidade e integridade ética, recomenda-se usar ferramentas de auditoria como o tesify.pt antes de submeter qualquer trabalho.
Centenas de estudantes da ULisboa já usam esta checklist para garantir originalidade e evitar problemas com a deteção de IA. Inclui template de declaração de uso de IA pronto a copiar.
1. O Que a Universidade de Lisboa Realmente Verifica nas Teses?
Resposta Direta — A Universidade de Lisboa Verifica o Uso de IA nas Teses?
Sim, a Universidade de Lisboa verifica trabalhos académicos quanto a similaridade e plágio através do portal antiplagio.ulisboa.pt e do Turnitin. Em 2025, o Turnitin já possui módulos de deteção de escrita gerada por IA, embora a ativação desta funcionalidade varie entre faculdades. A infraestrutura técnica já suporta esta verificação — o que muda é a configuração de cada unidade orgânica.
Esta é a informação que a maioria dos estudantes não encontra facilmente. A Faculdade de Ciências da ULisboa, por exemplo, disponibiliza um manual de utilização do Turnitin que confirma o uso da ferramenta via Moodle e via antiplagio.ulisboa.pt. E não é caso único.
O Que É Verificado — Similaridade vs. IA
Aqui está onde a confusão começa. Existe uma diferença fundamental entre dois tipos de verificação:
- Deteção de similaridade (plágio textual) — O sistema compara o teu texto contra milhões de fontes (artigos publicados, teses anteriores, websites, repositórios de estudantes) e identifica trechos correspondentes. É uma verificação de cópia.
- Deteção de escrita por IA — O sistema analisa padrões linguísticos e estatísticos do texto para determinar se foi gerado por um modelo de linguagem como o ChatGPT, Gemini ou Claude. Não procura cópia — procura padrões artificiais.
Historicamente, a ULisboa verifica similaridade. A deteção de IA é uma camada mais recente. Mas — e aqui está o ponto crucial — a ferramenta que já faz uma, também faz a outra. É o mesmo ecossistema Turnitin.

Para que fique claro, aqui tens a comparação direta:
| Tipo de Verificação | O Que Deteta | Ferramenta na ULisboa | Estado em 2025 |
|---|---|---|---|
| Similaridade / Plágio | Cópia de fontes existentes | Turnitin (antiplagio.ulisboa.pt) | ✅ Ativo em múltiplas faculdades |
| Escrita por IA | Texto gerado por ChatGPT, Gemini, etc. | Turnitin Originality / Clarity | ⚠️ Depende da licença e ativação da faculdade |
| Paráfrase por IA | Reformulação automatizada | Turnitin AI Paraphrase Detection | ⚠️ Funcionalidade mais recente, adoção variável |
Quais Faculdades da ULisboa Já Usam Estas Ferramentas
Existem evidências concretas de pelo menos duas faculdades. A Faculdade de Ciências documenta o uso do Turnitin via Moodle no seu manual de apoio informático. A Faculdade de Direito disponibiliza um manual de início rápido em PDF que descreve o fluxo de submissão via antiplagio.ulisboa.pt.
Uma nota importante: não existe uma página pública centralizada que liste todas as faculdades da ULisboa que utilizam o Turnitin ou que tenham ativado a deteção de IA. Esta opacidade é, em si mesma, uma das razões pelas quais a incerteza entre os estudantes é tão grande — e por que este artigo existe.
2. Como Funciona o Sistema Anti-Plágio da ULisboa (antiplagio.ulisboa.pt + Turnitin)
O Portal antiplagio.ulisboa.pt — O Que É e Quem o Usa
O antiplagio.ulisboa.pt é a plataforma institucional da Universidade de Lisboa que serve como ponto de acesso ao Turnitin. Funciona como uma porta de entrada: quando um docente (ou, em alguns casos, um aluno por indicação do orientador) acede ao portal, é redirecionado para o ambiente Turnitin onde pode submeter e analisar trabalhos.
O acesso pode acontecer de duas formas. A primeira é diretamente pelo portal antiplagio.ulisboa.pt, conforme documentado no manual da Faculdade de Direito. A segunda é através da integração do Turnitin no Moodle, como descrito no manual da Faculdade de Ciências. Ambos os caminhos levam ao mesmo motor de análise.
Passo a Passo — Como a Tua Tese É Analisada
Vamos desmistificar o processo. Quando o teu trabalho é submetido, isto é o que acontece nos bastidores:
- Submissão — O trabalho é carregado pelo docente ou pelo aluno via Moodle ou antiplagio.ulisboa.pt. O formato mais comum é PDF ou DOCX.
- Processamento pelo Turnitin — O sistema compara o texto contra milhões de fontes: artigos científicos, teses de outras universidades, websites indexados e o repositório de trabalhos de estudantes do Turnitin a nível mundial.
- Geração do Relatório de Similaridade — O resultado é uma percentagem global de similaridade, acompanhada de um mapeamento colorido que identifica cada trecho correspondente e a sua fonte original.
- Análise pelo Docente/Orientador — O docente interpreta o relatório. Uma percentagem alta não significa automaticamente plágio: citações legítimas, referências bibliográficas e termos técnicos comuns podem inflacionar o número.
- Decisão Académica — Com base na análise, o docente decide se há infração ou se os resultados são perfeitamente aceitáveis.
Para compreender melhor a leitura do relatório, a Turnitin Portugal disponibiliza um vídeo explicativo sobre a interpretação do relatório de similaridade que vale cada minuto do teu tempo.
O Que a Percentagem de Similaridade Realmente Significa
Vamos acabar com um mito de uma vez por todas: “20% de similaridade = plágio” é completamente falso.
O relatório do Turnitin permite aplicar filtros e exclusões — por exemplo, excluir a bibliografia, citações diretas entre aspas e pequenas correspondências de poucas palavras. Depois de aplicados estes filtros, uma tese com 18% pode facilmente descer para 4%. Ou uma com 5% pode revelar um problema sério se todo esse valor corresponder a um único parágrafo copiado integralmente.
A percentagem é um ponto de partida para a análise humana, não um veredicto automático. É o orientador que interpreta. É o orientador que decide.
Limitações do Sistema Atual
Agora, a parte que realmente te interessa. O Turnitin para similaridade funciona muito bem — está provado, é maduro, é usado há anos. A deteção de IA, porém, é diferente. Requer o módulo Turnitin Originality ou a plataforma Turnitin Clarity, que pode não estar ativo em todas as faculdades da ULisboa.
Como reportado pela Universidade de São Paulo, a precisão da deteção de IA pode variar conforme o idioma — o inglês tem resultados mais fiáveis do que o português, embora a situação esteja a melhorar rapidamente. E, como em qualquer sistema de deteção, existem falsos positivos (texto humano sinalizado como IA) e falsos negativos (texto de IA que passa despercebido).
Se queres aprofundar o processo de deteção de IA em teses na ULisboa, preparámos um guia complementar com todos os detalhes técnicos.
3. Turnitin Deteta IA? O Que o Turnitin Clarity e o Originality Já Conseguem Fazer
O Que É o Turnitin Clarity?
Se antes o Turnitin só te dizia “isto é parecido com outra fonte”, agora também consegue dizer “isto parece ter sido escrito por uma máquina”. Tudo acontece no mesmo painel. O guia oficial da Turnitin sobre as ferramentas de IA no Clarity detalha como estas funcionalidades se interligam.
Turnitin Originality vs. Turnitin Clarity — Qual É a Diferença?
Muitos estudantes confundem os dois. Aqui está a comparação direta:
| Característica | Turnitin Originality | Turnitin Clarity |
|---|---|---|
| Deteção de similaridade (plágio) | ✅ | ✅ |
| Deteção de escrita por IA | ✅ (se ativado na licença) | ✅ (integrado nativamente) |
| Deteção de paráfrase por IA | ✅ (funcionalidade mais recente) | ✅ |
| Relatório visível ao aluno | Depende da configuração | Depende da configuração |
| Disponibilidade na ULisboa (2025) | ⚠️ Algumas faculdades | ⚠️ Transição em curso |
Para saber o que podes ou não ver no relatório como aluno, o guia oficial para estudantes do Turnitin Clarity oferece uma visão transparente.
O Que Estas Ferramentas Conseguem (e Não Conseguem) Detetar
Vamos ser honestos sobre as capacidades e os limites.
O que funciona bem: Textos longos gerados integralmente por IA (por exemplo, um capítulo inteiro escrito pelo ChatGPT) são relativamente fáceis de identificar. Os padrões linguísticos — uniformidade excessiva, falta de variação estilística, repetições estruturais — deixam marcas que os algoritmos do Turnitin conseguem detetar.
O que é mais difícil: Pequenas reformulações, frases isoladas ou uso pontual de IA para polir um parágrafo. Aqui, a deteção é menos fiável — tanto em inglês como em português.
O fator idioma: Como a USP documenta, a deteção de IA funciona melhor em inglês. Em português, a precisão é inferior — mas melhora com cada atualização. O Turnitin treina os seus modelos continuamente, e a língua portuguesa está na rota de expansão.
A Grande Questão — A ULisboa Já Ativou a Deteção de IA?
Baseando-nos nas fontes públicas disponíveis: não existe confirmação oficial e universal de que todas as faculdades da Universidade de Lisboa ativaram o módulo de deteção de IA. Contudo — e este detalhe é decisivo — a infraestrutura já o suporta inteiramente.
A tendência é inequívoca. À medida que a Turnitin integra a deteção de IA nativamente no Clarity, as universidades que já utilizam a plataforma passam a ter acesso automático a estas funcionalidades. Não se trata de se, mas de quando.
Podes aprofundar esta análise no nosso artigo sobre o Turnitin e a deteção de plágio em teses em Portugal em 2025.
Se a tua faculdade ainda não ativou a deteção de IA, pode fazê-lo antes da tua próxima submissão. Usa o tesify.pt para auditar o teu texto agora e garante que o teu trabalho reflete a tua voz autêntica — antes que alguém o verifique por ti.
4. O Que Acontece Se a ULisboa Detetar Uso de IA na Tua Tese
O Enquadramento Regulamentar — Plágio vs. Uso de IA
Primeiro, um esclarecimento essencial: plágio e uso de IA não são a mesma coisa — mas ambos podem constituir fraude académica, dependendo do contexto e das regras da tua faculdade.
O Regulamento de Avaliação Académica da Universidade de Lisboa prevê sanções para situações de fraude, que incluem a anulação do trabalho e, em casos graves, processos disciplinares. O problema? A maioria dos regulamentos foi redigida antes do boom da IA generativa. Muitas faculdades estão a atualizar as suas normas — e algumas já exigem declarações explícitas sobre o uso de ferramentas de IA.
As Consequências Possíveis — Do Aviso à Anulação
Com base nos regulamentos internos e nas práticas correntes nas universidades portuguesas, as consequências podem escalar:
- Conversa informal com o orientador — O cenário mais brando. O orientador questiona o aluno sobre trechos específicos, pede explicações e solicita reformulação.
- Pedido formal de reescrita — A faculdade pode exigir que reescrevas secções inteiras da tese antes de aceitá-la.
- Anulação do trabalho — Se for determinado que uma parte significativa da tese foi gerada por IA sem declaração, o trabalho pode ser anulado.
- Processo disciplinar — Nos casos mais graves, especialmente se houver tentativa deliberada de dissimulação, pode ser instaurado um processo disciplinar com consequências que vão da suspensão à expulsão.
A Zona Cinzenta — Usar IA É Sempre Proibido?
Não necessariamente. E esta é uma distinção crucial que muitos estudantes desconhecem.
Usar o ChatGPT para gerar ideias, organizar um plano de capítulos ou compreender um conceito técnico é geralmente aceitável — desde que o texto final seja inteiramente teu. O problema surge quando a IA escreve o texto que submetes como teu, sem qualquer declaração.
Algumas faculdades da ULisboa já pedem ou vão passar a pedir uma declaração de uso de ferramentas de IA, onde o aluno especifica como e em que medida recorreu a estas tecnologias. Incluir esta declaração — mesmo quando não é formalmente exigida — é um sinal de transparência que te protege.
Se queres garantir que o teu trabalho está preparado para qualquer cenário, continua a ler. Os 7 passos na secção seguinte cobrem exatamente isso.
5. Guia Prático: Como Garantir Que a Tua Tese Passa Qualquer Verificação

Chega de teoria. Aqui está o plano de ação que podes implementar hoje, independentemente do estado da deteção de IA na tua faculdade.
Passo 1 — Pesquisa e Notas Sempre com Fontes
Cada vez que usas uma fonte — artigo, livro, website, vídeo — regista-a imediatamente. Usa o Zotero, o Mendeley ou até um simples documento com links. O objetivo é simples: quando escreveres, saberás sempre de onde veio cada ideia. Sem fontes rastreáveis, qualquer texto pode parecer suspeito.
Passo 2 — Escreve com a Tua Voz, Sempre
Parece óbvio, mas é o passo que mais estudantes saltam. Se usas IA para gerar rascunhos, reescreve cada frase com as tuas palavras. Não reformules — reconstrói. A tua voz académica é única: o teu orientador conhece-a. Se o texto muda radicalmente de estilo entre capítulos, isso levanta bandeiras vermelhas antes de qualquer software entrar em ação.
Passo 3 — Cita Corretamente (e Generosamente)
Uma citação bem feita protege-te em dois sentidos: reduz a similaridade artificial no Turnitin (porque o sistema pode excluir citações) e demonstra que tens fundamentação. Usa as normas APA 7ª edição ou o estilo exigido pela tua faculdade. Na dúvida, cita mais — nunca menos.
Passo 4 — Pede Feedback ao Orientador Antes da Submissão Final
Não entregues a versão final sem que o teu orientador a tenha lido, pelo menos parcialmente. O feedback do orientador é a primeira linha de defesa: se algo parece estranho, ele dir-te-á antes do Turnitin. Trata o orientador como um aliado, não como um obstáculo.
Passo 5 — Audita o Teu Texto com Ferramentas de Verificação
Antes de submeteres, corre o teu texto por uma ferramenta de auditoria. O tesify.pt permite-te verificar se alguma secção pode ser sinalizada como escrita por IA — e dá-te a oportunidade de corrigir antes que a faculdade o faça. Pensa nisso como uma radiografia preventiva: melhor descobrir agora do que na defesa da tese.
Passo 6 — Inclui Uma Declaração de Uso de IA
Mesmo que a tua faculdade ainda não a exija formalmente, inclui uma declaração transparente no teu trabalho. Algo como:
“Declaro que utilizei ferramentas de inteligência artificial (ChatGPT/Gemini/Claude) exclusivamente como apoio à pesquisa e organização de ideias. Todo o texto apresentado nesta tese foi redigido integralmente por mim e reflete o meu pensamento original. As fontes consultadas estão devidamente referenciadas.”
Esta declaração custa-te 30 segundos a escrever e pode poupar-te meses de problemas. É transparência proativa.
Passo 7 — Submete com Confiança (e Guarda Provas do Teu Processo)
Guarda versões datadas dos teus rascunhos, histórico de revisões, notas de pesquisa e correspondência com o orientador. Se alguma vez fores questionado sobre a originalidade do teu trabalho, estas provas são o teu escudo. Não precisas ser paranoico — precisas ser organizado.
Perguntas Frequentes (FAQ)

A Universidade de Lisboa deteta o uso de ChatGPT nas teses?
A ULisboa utiliza o Turnitin, que já possui módulos de deteção de escrita por IA (Turnitin Originality e Turnitin Clarity). A ativação da deteção de IA depende da configuração de cada faculdade, mas a infraestrutura técnica já o permite. A tendência é de adoção crescente ao longo de 2025.
O que é o antiplagio.ulisboa.pt e como funciona?
O antiplagio.ulisboa.pt é o portal institucional que serve como ponto de acesso ao Turnitin. Docentes e, em alguns casos, alunos utilizam-no para submeter trabalhos e obter relatórios de similaridade. O acesso também pode ser feito através da integração do Turnitin no Moodle.
Qual a diferença entre deteção de plágio e deteção de IA no Turnitin?
A deteção de plágio compara o teu texto contra fontes existentes para identificar cópia. A deteção de IA analisa padrões linguísticos e estatísticos para determinar se o texto foi gerado por modelos como o ChatGPT. São verificações complementares disponíveis no mesmo ecossistema Turnitin.
Posso usar IA na minha tese sem ser penalizado?
Depende de como a usas. Utilizar IA para pesquisa, organização de ideias ou compreensão de conceitos é geralmente aceitável. Submeter texto gerado por IA como teu, sem declaração, pode constituir fraude académica. Recomenda-se incluir sempre uma declaração transparente sobre o uso de ferramentas de IA.
O Turnitin funciona bem para detetar IA em textos em português?
A deteção de IA do Turnitin é mais precisa em inglês do que em português, conforme documentado pela USP. No entanto, a precisão em português está a melhorar com cada atualização, e a língua portuguesa está na rota de expansão da Turnitin.
Como posso verificar se a minha tese será sinalizada por IA antes de a entregar?
Podes usar ferramentas de auditoria como o tesify.pt para analisar o teu texto antes da submissão. Estas ferramentas identificam secções que podem ser sinalizadas como geradas por IA, dando-te a oportunidade de reformular com a tua própria voz antes da entrega oficial.
Conclusão: Protege a Tua Tese Antes de Submeter
A Universidade de Lisboa verifica teses — e a capacidade de detetar escrita por IA já faz parte do ecossistema que utiliza. Que nem todas as faculdades tenham ativado esta funcionalidade hoje não significa que não o farão amanhã. A infraestrutura existe. A tendência é clara. E o risco de seres apanhado de surpresa é real.
Mas o objetivo deste artigo nunca foi assustar-te. Foi armar-te com informação. Agora sabes como funciona o antiplagio.ulisboa.pt, o que o Turnitin Clarity consegue fazer, quais as consequências possíveis e — mais importante — como garantir que o teu trabalho está à prova de qualquer verificação.
Os 7 passos que partilhámos acima não são complicados. São sensatos. E começam com uma decisão simples: escolher a transparência antes de alguém ta exigir.
Se queres ver mais sobre as políticas de verificação de IA na ULisboa, explora os nossos guias complementares. E se procuras a forma mais rápida de auditar a tua tese antes da submissão, o caminho está aberto.
Milhares de estudantes portugueses já auditaram os seus trabalhos antes da entrega. Descobre em minutos se o teu texto levanta sinais — e corrige antes que a faculdade decida por ti.
