Imagina a cena: acabaste de defender a tua tese de mestrado. Os aplausos, os parabéns, o alívio de meses de trabalho intenso. Sentes-te no topo do mundo.
E depois… silêncio.
A tua dissertação — aquelas 80, 100, 150 páginas de investigação original — fica depositada num repositório institucional. A acumular pó digital. Enquanto isso, colegas teus publicam artigos, constroem currículos académicos, e tu começas a perceber que a tese, por si só, não abre portas.
Aqui está a verdade que ninguém te conta: a maioria dos orientadores não ensina como transformar capítulos em publicações. Não por má vontade — simplesmente assumem que já sabes, ou não têm tempo para esse “extra” no meio de dezenas de orientandos.
O resultado? Estudantes portugueses perdem oportunidades de carreira. O tempo entre a defesa e a primeira publicação pode significar que o teu tema já não é relevante quando finalmente decides agir.
Este guia revela os 7 segredos que transformam uma dissertação de mestrado em múltiplos artigos científicos publicáveis — incluindo estratégias que orientadores raramente partilham. Porque o teu trabalho merece mais do que uma prateleira virtual.

Identifica os 2-3 capítulos com maior potencial de publicação independente. Reformula cada um com introdução autónoma, reduz para 5.000-8.000 palavras, escolhe revistas alinhadas com o tema usando critérios de indexação (Scopus, Web of Science), e submete seguindo as normas da revista. O processo típico demora 3-6 meses por artigo, mas podes trabalhar em paralelo. A chave está em começar antes de defender a tese.
Com a tesify.pt, organizas capítulos que já nascem com potencial de publicação — sem retrabalho depois da defesa.
Porque Deves Publicar Artigos da Tua Tese (E Porque Ninguém Te Diz Isto)
Vamos ser diretos: uma tese de mestrado, por si só, tem visibilidade limitada. Está no repositório da tua universidade, acessível a quem procurar especificamente — mas não aparece nas bases de dados internacionais que investigadores de todo o mundo consultam diariamente.
Compara isso com um artigo publicado numa revista indexada na Scopus ou Web of Science. De repente, o teu trabalho está ao lado de investigadores de Harvard, Oxford, e da Nova de Lisboa. A mesma investigação, alcance completamente diferente.
O que é publicar um artigo a partir da tese?
Publicar um artigo científico a partir da tese de mestrado significa adaptar um ou mais capítulos da dissertação para o formato exigido por revistas académicas peer-reviewed, reduzindo a extensão, focando numa contribuição específica e submetendo para avaliação por pares. Este processo transforma trabalho académico interno em conhecimento científico acessível à comunidade internacional.
O impacto real na tua carreira
Se estás a pensar em doutoramento, eis um dado que ninguém te conta nas sessões de esclarecimento: candidatos com publicações têm uma vantagem competitiva substancial. Não é só o CV — é a prova de que sabes navegar o mundo editorial, que a tua investigação passou pelo crivo de revisores independentes.
E mesmo que o mundo académico não seja o teu destino? Empregadores em áreas técnicas — engenharia, saúde, tecnologia, consultoria — valorizam cada vez mais produção científica. Mostra capacidade analítica, rigor, e persistência.
O mito da “tese suficiente”
Há um mito persistente entre estudantes portugueses: “A tese já está feita, já demonstrei o que sei.” Mas aqui está o problema — a tese é um documento interno. Os examinadores foram escolhidos pela tua universidade. O júri conhece o contexto.
Um artigo científico é diferente. É avaliado por especialistas anónimos que não te conhecem, não conhecem o teu orientador, e só querem saber se a tua contribuição acrescenta algo ao conhecimento global. É a diferença entre convencer a família e convencer estranhos.
O custo de oportunidade de NÃO publicar
Há ainda a questão do tempo. Se trabalhaste em políticas públicas, tecnologia emergente, ou qualquer área que evolui rapidamente — os teus dados têm prazo de validade. Outros investigadores podem publicar primeiro enquanto a tua tese descansa no repositório.
Se ainda estás na fase de escrita, considera usar ferramentas como a tesify.pt para estruturar a tua tese de forma que os capítulos já nasçam preparados para publicação posterior. É muito mais fácil adaptar quando o trabalho foi pensado desde o início.
O Que Os Orientadores Realmente Pensam Sobre Publicação
Agora vem a parte que poucos têm coragem de dizer em voz alta. Os orientadores são pessoas — com as suas próprias pressões, métricas, e agendas. Quando se trata de publicar artigos a partir da tua tese, há dinâmicas que ninguém te explica.
Aqui estão os 7 segredos que raramente são partilhados:
🔐 Os 7 Segredos Que Orientadores Escondem
- Eles também são avaliados por publicações — e podem querer ser coautores mais por métricas próprias do que por contribuição real
- Muitos não sabem orientar o processo de publicação — só sabem orientar a tese em si
- Há conflitos de interesse quando o orientador tem projetos concorrentes com temas semelhantes
- A “sugestão” de não publicar pode ser proteção da própria agenda de investigação
- Alguns esperam que TU tomes a iniciativa — e julgam-te por não o fazeres
- As melhores oportunidades surgem DURANTE a tese, não depois da defesa
- Coautoria com o orientador pode acelerar ou atrasar — depende completamente da estratégia
Não estou a dizer que todos os orientadores agem de má fé. Longe disso. Mas é ingénuo pensar que a relação orientador-orientando é puramente pedagógica. Há incentivos, pressões institucionais, e agendas pessoais em jogo.
Como abordar o tema com o teu orientador
A conversa sobre publicação deve acontecer cedo — idealmente quando ainda estás a escrever. Aqui está um script que funciona:
“Professor/a, estou a pensar que o capítulo sobre [tema específico] pode ter potencial para publicação numa revista da área. Gostaria de saber a sua opinião sobre isto e, se concordar, como podemos estruturar a colaboração em termos de autoria e responsabilidades.”
Repara: estás a propor, não a pedir permissão. E estás a colocar a questão da autoria na mesa antes de qualquer trabalho começar.
Critérios internacionais de autoria
Segundo as recomendações do ICMJE (International Committee of Medical Journal Editors), para ser coautor é necessário cumprir todos estes critérios:
- Contribuição substancial para conceção, aquisição de dados, ou análise
- Redação ou revisão crítica do manuscrito
- Aprovação final da versão a publicar
- Responsabilidade por todos os aspetos do trabalho
Se o teu orientador apenas supervisionou administrativamente? Não cumpre critérios de autoria. Mas atenção — esta é uma conversa delicada que deve ser tratada com diplomacia.
Como Identificar Capítulos Com Potencial de Publicação
Nem todos os capítulos da tua tese têm o mesmo potencial. Alguns nascem prontos para serem artigos. Outros precisariam de tanta reformulação que seria mais fácil começar do zero.
A questão é: como distingues uns dos outros?

Matriz de Avaliação de Capítulos
Usa esta ferramenta para avaliar cada capítulo da tua dissertação:
| Critério | Pontuação (1-5) | O Que Avaliar |
|---|---|---|
| Originalidade | ___ | Traz algo novo à literatura? |
| Autonomia | ___ | Funciona sem os outros capítulos? |
| Atualidade | ___ | Dados e fontes ainda são relevantes? |
| Alinhamento | ___ | Existem revistas que publicam isto? |
| Citabilidade | ___ | Outros investigadores vão querer citar? |
Pontuação total acima de 18? Tens um candidato forte. Entre 12 e 18? Precisa de trabalho, mas é viável. Abaixo de 12? Provavelmente não vale o esforço.
Tipos de capítulos com maior potencial
| Tipo de Capítulo | Potencial | Tipo de Revista Indicada |
|---|---|---|
| Revisão Sistemática | ⭐⭐⭐⭐⭐ | Revistas de revisão, journals gerais |
| Estudo Empírico | ⭐⭐⭐⭐⭐ | Journals especializados |
| Metodologia Inovadora | ⭐⭐⭐⭐ | Revistas metodológicas |
| Framework Teórico | ⭐⭐⭐⭐ | Revistas teóricas/conceptuais |
| Introdução | ⭐ | Raramente publicável |
| Conclusão | ⭐⭐ | Apenas se incluir dados originais |
Se a tua revisão de literatura foi feita com rigor sistemático, tens ali um artigo quase pronto. É frequentemente o primeiro capítulo que estudantes adaptam — e com razão.
Exemplo prático: uma tese, três artigos
Imagina uma tese de mestrado em Gestão de Recursos Humanos sobre bem-estar no trabalho remoto. Da mesma dissertação, a estudante publicou três artigos:
- Artigo 1 (do capítulo de revisão): “Bem-estar no trabalho remoto: Uma revisão sistemática da literatura 2015-2023”
- Artigo 2 (do estudo empírico): “Fatores preditivos de burnout em trabalhadores remotos portugueses: Um estudo quantitativo”
- Artigo 3 (das recomendações): “Políticas organizacionais para trabalho híbrido: Implicações práticas da investigação recente”
A mesma tese. Três publicações. Três linhas no CV.
Transformar Capítulo em Artigo: Guia Passo a Passo
Eis a parte em que a maioria dos estudantes bloqueia. Sabes que queres publicar. Identificaste o capítulo certo. Mas como é que se transforma um capítulo de 15.000 palavras num artigo de 6.000?
Não é só cortar texto. É repensar completamente a narrativa.
Assiste a este vídeo para uma visão geral do processo, e depois segue o guia detalhado abaixo:
Passo 1 — Definir o Contributo Único (Dia 1-2)
Antes de tocar em qualquer palavra do capítulo, responde a esta pergunta:
“O que é que este capítulo adiciona ao conhecimento existente que mais ninguém disse?”
Escreve a resposta num único parágrafo. Se não conseguires — se tudo o que dizes já foi dito por outros — o capítulo não está pronto para publicação.
Esta clareza vai guiar tudo o resto.
Passo 2 — Reescrever a Introdução (Dia 3-5)
A introdução da tua tese assume contexto. O leitor do artigo não tem esse contexto. Precisa de ser convencido em 500-700 palavras de que:
- O problema é relevante
- Existe uma lacuna na literatura
- O teu trabalho preenche essa lacuna
- Vale a pena continuar a ler
Estrutura que funciona: Problema → Gap → Objetivo → Contribuição. Nada mais.
Passo 3 — Condensar o Método (Dia 6-8)
Na tese, explicaste detalhadamente porque escolheste cada opção metodológica. No artigo, só interessa o que é necessário para alguém replicar o estudo.
A regra: se um leitor especializado não precisa desta informação para compreender ou replicar, corta.
Tabelas resumo são as tuas melhores amigas aqui. Uma tabela com participantes, instrumentos, e procedimentos pode substituir páginas de texto.
Passo 4 — Focar os Resultados (Dia 9-12)
Na tese, provavelmente incluíste resultados “secundários” ou “exploratórios”. No artigo, cada resultado deve servir a narrativa central.
Um artigo = Uma história coerente.
Aqueles dados extra que não encaixam? Guarda-os. Podem ser o núcleo do teu segundo artigo.
Passo 5 — Reescrever a Discussão (Dia 13-15)
A discussão é onde muitos artigos falham. Liga os teus resultados explicitamente à literatura — não “os resultados são consistentes com estudos anteriores”, mas “os resultados confirmam o modelo de X (2020), especificamente no que diz respeito a…”
Sê honesto sobre limitações. Revisores apreciam autoconsciência. E termina com implicações claras — teóricas E práticas.
Passo 6 — Criar Resumo e Título (Dia 16-17)
Escreve o abstract e o título por último. Só quando sabes exatamente o que o artigo diz.
O título deve ser específico e conter palavras-chave — mas não clickbait. “Impacto da liderança transformacional na satisfação: Um estudo em PMEs portuguesas” funciona. “O segredo da liderança que ninguém conta” não.
Passo 7 — Formatar Segundo Normas da Revista (Dia 18-21)
Cada revista tem template próprio. Número de palavras, estilo de referências, formato de figuras — tudo varia.
Usa um gestor de referências como ZoteroBib para garantir consistência. E certifica-te de que a tua bibliografia não tem os erros comuns que prejudicam submissões.
📋 Resumo: 7 Passos para Transformar Capítulo em Artigo
- Definir o contributo único em 1 parágrafo
- Reescrever introdução para leitores sem contexto
- Condensar metodologia ao essencial
- Focar resultados numa narrativa coerente
- Reescrever discussão ligando à literatura
- Criar resumo e título otimizados
- Formatar segundo normas da revista-alvo
A tesify.pt ajuda-te a estruturar cada secção do teu artigo com templates validados por revisores — poupas horas de tentativa e erro.
Escolher a Revista Certa: Critérios Que Fazem a Diferença
Escolher a revista errada é um dos erros mais caros em termos de tempo. Submetes, esperas três meses, recebes rejeição porque o teu artigo “não se enquadra no scope” — algo que poderias ter descoberto em 10 minutos de pesquisa.
Vamos evitar isso.

Critérios Essenciais de Seleção
1. Indexação e Métricas
A primeira pergunta: a revista está indexada onde interessa?
- Scopus — A base de dados mais abrangente, essencial para visibilidade internacional
- Web of Science — Mais seletiva, maior prestígio em muitas áreas
- SciELO — Importante para publicações em português e espanhol
- DOAJ — Diretório de revistas open access legítimas
Verifica sempre no site oficial da revista. Não te fies em listas desatualizadas.
2. Scope e Fit
Lê os últimos 10 artigos publicados na revista. O teu artigo encaixaria entre eles? Se a revista publica maioritariamente estudos quantitativos e o teu é qualitativo, mesmo que o tema seja relevante, pode não ser o melhor fit.
3. Tempo de Revisão
Algumas revistas demoram 2-3 meses. Outras, mais de um ano. Se tens urgência (candidatura a doutoramento, por exemplo), esta informação é crucial. Muitas revistas publicam tempos médios de revisão — procura essa informação.
4. Taxa de Aceitação
Revistas com taxa de aceitação de 5% são mais prestigiadas, mas a probabilidade de rejeição é alta. Para um primeiro artigo, considera revistas com taxas de 20-40% — desafiantes mas realistas.
Ferramenta: Journal Finder
Usa ferramentas como o Elsevier Journal Finder ou o Web of Science Master Journal List para encontrar revistas alinhadas com o teu tema. Cola o teu abstract e recebe sugestões personalizadas.
Estratégia de Submissão em Cascata
Prepara uma lista de 3-5 revistas ordenadas por preferência. Se a primeira rejeitar, já tens o plano B pronto. Não esperes pela rejeição para começar a procurar alternativas.
Evitar Armadilhas: Revistas Predatórias e Erros Fatais
Há um lado negro do mundo editorial que apanha estudantes desprevenidos. Revistas predatórias — publicações que existem para lucrar com taxas de publicação sem oferecer revisão por pares genuína.
Publicar numa revista predatória não só não ajuda a tua carreira — pode prejudicá-la ativamente. Recrutadores informados reconhecem estas revistas. E o teu artigo ficará associado a práticas questionáveis.

Sinais de Alerta de Revistas Predatórias
🚨 Red Flags a Evitar
- Emails não solicitados a convidar para publicar
- Promessas de publicação rápida (2-4 semanas)
- Taxas de publicação pouco claras ou exigidas antes da revisão
- Scope demasiado amplo (“Journal of Science” que publica de medicina a engenharia)
- Editor-chefe sem credenciais verificáveis
- Endereço editorial vago ou inexistente
- Não está indexada em Scopus, Web of Science, ou DOAJ
Como Verificar Uma Revista
- Verifica a indexação diretamente nos sites oficiais (Scopus, Web of Science)
- Consulta o DOAJ para revistas open access legítimas
- Procura a revista no Think.Check.Submit — um checklist independente
- Verifica o ISSN no portal oficial da ISSN
- Procura o nome da revista + “predatory” no Google
Outros Erros Fatais a Evitar
- Submissão simultânea — nunca submetas o mesmo artigo a duas revistas ao mesmo tempo
- Autoplágio — copiar texto da tua tese sem reformulação pode ser problemático
- Ignorar instruções — formatação errada pode resultar em desk rejection
- Cover letter genérica — personaliza sempre para a revista específica
Cronograma Realista: Da Tese ao Artigo Publicado
Uma das maiores frustrações de estudantes é a falta de expectativas realistas. Quanto tempo demora realmente a publicar um artigo?
Aqui está um cronograma baseado em experiências reais:
| Fase | Duração Típica | Notas |
|---|---|---|
| Transformação do capítulo | 3-4 semanas | Trabalho intenso de reescrita |
| Revisão por coautores | 2-4 semanas | Depende da disponibilidade |
| Escolha de revista e submissão | 1-2 semanas | Pesquisa e formatação |
| Revisão por pares | 2-6 meses | Variável por revista |
| Revisões (se aceite com alterações) | 2-4 semanas | Resposta aos revisores |
| Publicação final | 1-3 meses | Provas e produção |
Total realista: 6-12 meses da decisão de publicar até ao artigo online.
Como Acelerar o Processo
- Começa durante a tese — adapta capítulos enquanto ainda estás imerso no tema
- Escolhe revistas com revisão rápida — algumas publicam tempos médios
- Prepara documentos em paralelo — enquanto esperas revisão de um, trabalha noutro
- Responde rapidamente a revisores — demonstra profissionalismo e mantém o momentum
FAQ: Perguntas Frequentes Sobre Publicação de Artigos
Posso publicar a minha tese de mestrado como artigo?
Sim, podes e deves. A tese completa não se publica como está, mas capítulos individuais podem ser adaptados para artigos científicos. O processo envolve reduzir a extensão, focar numa contribuição específica, e reformatar segundo as normas da revista-alvo. Muitos estudantes publicam 2-3 artigos a partir de uma única dissertação.
Quanto tempo demora a publicar um artigo científico?
O processo completo demora tipicamente 6-12 meses, desde a adaptação do capítulo até à publicação final. A revisão por pares é a fase mais variável, podendo demorar de 2 a 6 meses dependendo da revista. Revistas com fast-track review podem ser mais rápidas, mas geralmente têm taxas mais elevadas.
Tenho de incluir o orientador como coautor?
Segundo critérios internacionais (ICMJE), coautoria exige contribuição substancial para conceção, análise, redação, e aprovação final. A mera supervisão administrativa não justifica coautoria. No entanto, esta é uma conversa delicada que deve ser tratada diplomaticamente — discute expectativas antes de começar o processo de adaptação.
O que é uma revista predatória e como a identifico?
Revistas predatórias são publicações que cobram taxas sem oferecer revisão por pares genuína. Sinais de alerta incluem: emails não solicitados a convidar para publicar, promessas de publicação em 2-4 semanas, e ausência de indexação em Scopus ou Web of Science. Verifica sempre a legitimidade no DOAJ e usa o checklist Think.Check.Submit.
Qual a diferença entre Scopus e Web of Science?
Scopus é a base de dados mais abrangente, incluindo mais revistas e cobrindo mais áreas geográficas. Web of Science é mais seletiva e tradicionalmente considerada mais prestigiada em muitas áreas científicas. Para máxima visibilidade, o ideal é publicar em revistas indexadas em ambas. Para estudantes portugueses, SciELO também é relevante para publicações em português.
Conclusão: O Teu Plano de Ação Para Publicar
A transformação de uma tese de mestrado em artigos científicos não é magia — é método. E agora tens as ferramentas para o fazer.
Recapitulando o essencial:
- A tese sozinha tem visibilidade limitada — publicar multiplica o impacto do teu trabalho
- Nem todos os capítulos têm potencial igual — usa a matriz de avaliação para priorizar
- A transformação segue 7 passos sistemáticos — do contributo único à formatação final
- A escolha da revista é tão importante quanto o conteúdo — indexação, scope, e timing
- Evita armadilhas — revistas predatórias podem prejudicar a tua carreira
O teu próximo passo? Pega na tua tese (ou no plano dela, se ainda estás a escrever) e identifica o capítulo com maior potencial. Usa a matriz de avaliação. Fala com o teu orientador sobre publicação. E começa a adaptar.
O momento ideal para publicar foi quando defendeste. O segundo melhor momento é agora.
A tesify.pt ajuda-te a estruturar cada capítulo com potencial de publicação desde o início — sem retrabalho, sem perda de tempo. Milhares de estudantes portugueses já usam para acelerar o caminho até à publicação.




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