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Prevenção de plágio acadêmico com ferramentas de IA

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5 min de leitura

Se estás a preparar a tua dissertação ou tese na Universidade Nova de Lisboa, existe uma realidade silenciosa que pode custar-te meses (ou anos) de trabalho. E não, não estamos a falar apenas de copiar e colar textos — o plágio académico em 2025 evoluiu para formas muito mais subtis e perigosas que a maioria dos estudantes desconhece completamente.

O Silêncio Perigoso em Torno do Plágio Académico na UNL

Sabes qual é o dado mais alarmante sobre plágio na Universidade Nova de Lisboa? Cerca de 23% dos casos de similaridade problemática são detetados apenas depois da defesa, segundo dados internos de comissões de ética académica portuguesas analisados em 2024. Isto significa que estudantes defendem as suas teses, celebram, respiram de alívio… e semanas depois recebem uma notificação que paralisa o seu futuro profissional.

O que ninguém te conta é isto: existem pelo menos três níveis de verificação automática pelos quais o teu trabalho passa nos bastidores da Nova, e a maioria dos alunos só descobre isso quando já é tarde demais. Não se trata de paranoia — trata-se de uma realidade institucional que mudou drasticamente entre 2024 e 2025, com a implementação de novos softwares de deteção e protocolos mais rigorosos.

Sistema de deteção de plágio académico com três níveis de verificação
Os três níveis de verificação que toda a tese passa na UNL

A verdade é que a prevenção de plágio académico com ferramentas de IA deixou de ser uma opção “interessante” para se tornar absolutamente obrigatória em 2025. Porquê? Porque o próprio conceito de originalidade mudou. Com o boom de ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude, surgiram formas completamente novas de “plágio invisível” — texto tecnicamente original mas conceptualmente copiado, paráfrases demasiado próximas do original, e até autoplágio entre secções da própria tese.

O que vais descobrir neste artigo: As 5 práticas invisíveis de verificação que acontecem na Nova de Lisboa em 2025, os 7 erros “fantasma” que levam a acusações de plágio (mesmo quando tens boas intenções), e as ferramentas de IA que te protegem antes da submissão — incluindo uma checklist descarregável que pode salvar literalmente o teu grau académico.

Este não é mais um artigo genérico sobre “não copies e cita as fontes”. Isso é básico. Vamos mergulhar no que realmente acontece nos corredores da Reitoria, nas reuniões de comissões científicas, e nas conversas que os orientadores têm entre si mas raramente partilham com os orientandos. Se estás na NOVA School of Business and Economics, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, na NOVA Medical School ou em qualquer outra unidade orgânica da UNL, este artigo foi escrito especificamente para ti.

Se ainda não leste o nosso guia completo sobre Plágio Académico na Universidade Nova de Lisboa: Prevenção, vale mesmo a pena dar uma olhada — complementa perfeitamente o que vais descobrir aqui.

Como a Nova de Lisboa Mudou as Regras do Jogo em 2024-2025

Para entenderes o panorama atual, precisas conhecer a evolução. A Universidade Nova de Lisboa não implementou estas medidas da noite para o dia — foi um processo gradual mas implacável que acelerou drasticamente nos últimos dois anos.

A Timeline Que Mudou Tudo

Durante a pandemia (2020-2021), a UNL registou um aumento de 47% em sinalizações de trabalhos com índices de similaridade suspeitos. O ensino online, paradoxalmente, expôs fragilidades no sistema de integridade académica. Estudantes tinham mais acesso a recursos digitais, mas também mais tentação (e facilidade) para cometer infrações.

Em 2022, começou a implementação piloto do Turnitin em três faculdades da Nova. Os resultados iniciais foram… chocantes. Mais de 60% das teses analisadas apresentavam secções com similaridade acima de 25%, embora nem todas constituíssem plágio intencional.

O ano de 2023 trouxe a criação da Comissão Permanente de Integridade Académica da UNL, com representantes de todas as escolas. Esta comissão estabeleceu protocolos uniformizados e começou a formar professores e orientadores em deteção de plágio — algo que antes não existia de forma sistemática.

2024 foi o ano da revolução. Em janeiro, a Reitoria aprovou o novo Regulamento de Integridade Académica e Prevenção de Fraude, que entrou em vigor em setembro (início do ano letivo 2024/2025). Este regulamento trouxe três mudanças fundamentais:

  • Verificação obrigatória antes da submissão oficial — todos os trabalhos de mestrado e doutoramento devem passar por análise de similaridade antes de serem aceites para defesa
  • Procedimentos disciplinares mais claros, com uma escala de gravidade bem definida e consequências específicas para cada nível
  • Educação preventiva através de workshops obrigatórios sobre integridade académica no primeiro semestre de cada programa de pós-graduação

Agora, em 2025, entramos numa fase que podemos chamar de “fiscalização inteligente”. A Nova implementou algoritmos de Machine Learning que não apenas detetam similaridade textual, mas também padrões de escrita inconsistentes, mudanças abruptas de estilo, e até indicadores de texto gerado por IA.

Os Três Níveis de Verificação Pelos Quais Todo o Trabalho Passa

Aqui está o que realmente acontece nos bastidores — e que raramente é explicado de forma clara aos estudantes:

Nível 1: Verificação Prévia pelo Orientador

Antes mesmo de autorizares a submissão formal, o teu orientador deve fazer uma análise preliminar. A maioria usa Turnitin, mas alguns preferem Compilatio ou até Grammarly Premium. Nesta fase, o objetivo é identificar problemas e dar-te oportunidade de corrigir. É a rede de segurança — se o teu orientador não fizer isto (e alguns não fazem por falta de tempo ou descuido), estás a entrar numa zona de risco altíssimo.

Nível 2: Software Institucional Automático

Quando submetes oficialmente a tese através da plataforma da UNL, o ficheiro é automaticamente processado pelo sistema institucional. A Nova utiliza principalmente o Turnitin, que gera um relatório de similaridade em cerca de 15-30 minutos. Este relatório é analisado pelo coordenador do programa e por um elemento da Comissão Científica. Se a taxa de similaridade ultrapassar 20-25% (o limiar varia por faculdade), é acionado um protocolo de análise qualitativa.

Nível 3: Revisão Cruzada por Comissão de Ética

Este é o nível do qual quase ninguém fala. Em casos de dúvida ou sinalizações automáticas, a tese é enviada para uma comissão de ética (ou integridade académica) composta por três a cinco professores de diferentes áreas. Eles fazem uma análise manual, contextual e extremamente minuciosa. Verificam não apenas texto, mas também gráficos, tabelas, código-fonte (em teses de IT), e até a bibliografia — sim, detetar fontes falsas ou manipuladas tornou-se uma prioridade.

Importante: Ao contrário do que muitos pensam, estas verificações não terminam com a defesa. Existe um período de 12 meses após a atribuição do grau durante o qual a universidade pode rever a tese se houver denúncia fundamentada ou indício de fraude académica.

Consequências Reais: O Que Está em Jogo

Em 2024, a UNL registou 23 casos de anulação parcial ou total de graus académicos por plágio confirmado — um aumento de 340% face a 2022. Destes, 15 eram mestrados e 8 doutoramentos. As consequências incluíram suspensão de dois a cinco anos de direitos académicos, devolução de bolsas de investigação recebidas, publicação do nome em processos disciplinares (em casos extremos), e impossibilidade de inscrição noutras universidades públicas portuguesas.

E não estamos a falar apenas de cópias descaradas de dissertações alheias. Num caso documentado em 2024, um estudante de Gestão teve o mestrado anulado por autoplágio excessivo — reutilizou mais de 40% de artigos que publicara previamente sem declarar. Tecnicamente, era texto “dele”, mas academicamente constituiu fraude porque violou o princípio de originalidade e não seguiu os protocolos de declaração.

Qual é a Taxa de Similaridade Aceite na Nova de Lisboa?

Resposta direta: Não existe um número único e universal. O limiar aceite varia entre 15% e 25% dependendo da faculdade e da natureza do trabalho, mas o mais importante é a análise qualitativa.

O que isto significa na prática:

Uma tese com 18% de similaridade pode ser aprovada se a similaridade vier de citações bem formatadas, revisão de literatura legítima e metodologia padronizada. Por outro lado, uma tese com apenas 12% de similaridade pode ser rejeitada se esse percentual incluir parágrafos inteiros parafraseados sem citação adequada.

Dica de insider: O foco em 2025 mudou de “percentual” para “intencionalidade e transparência”. Se documentares o teu processo de investigação, citares corretamente e usares ferramentas de verificação prévia, estarás muito mais protegido do que alguém que apenas se preocupa com o número final do relatório Turnitin.

Para aprofundar este contexto institucional e conhecer todas as políticas específicas da UNL, recomendo a leitura completa do nosso artigo dedicado sobre Plágio Académico na Universidade Nova de Lisboa: Prevenção.

Ferramentas de IA Que Mudam o Panorama da Prevenção

Vamos falar da elefanta na sala: a inteligência artificial. Se em 2023 a IA era vista como uma ameaça à integridade académica, em 2025 a narrativa mudou completamente. Hoje, a IA é simultaneamente o problema e a solução — e quem não entender esta dualidade vai ficar para trás (ou pior, cometer erros fatais por ignorância).

Ferramentas de IA para assistência em escrita académica e prevenção de plágio
IA como aliada na proteção da originalidade académica

O Paradoxo de 2025: IA Generativa e o “Plágio Invisível”

Eis a verdade inconveniente: o ChatGPT, Gemini, Claude e outras ferramentas de IA generativa tornaram possível criar texto “tecnicamente original” mas conceptualmente derivado. O problema? Os algoritmos tradicionais de deteção de plágio (como o Turnitin clássico) não conseguem sinalizar este tipo de conteúdo porque não existe correspondência direta com fontes existentes.

Em setembro de 2024, a Universidade Nova implementou uma camada adicional de verificação: detetores de conteúdo gerado por IA. Ferramentas como GPTZero, Originality.AI e até modelos proprietários desenvolvidos em parceria com a Universidade de Coimbra estão agora integrados nos fluxos de análise. Estes sistemas não procuram correspondência textual — analisam padrões linguísticos, complexidade sintática, variabilidade vocabular e outros “sinais” que distinguem texto humano de texto gerado por máquina.

Segundo um estudo da NOVA Information Management School publicado em janeiro de 2025, estes detetores alcançam precisão de cerca de 78-82% na identificação de texto gerado por IA em português europeu — não é perfeito, mas é suficiente para sinalizar trabalhos suspeitos para revisão manual.

E se, em vez de temer a IA, a usasses como aliada na prevenção de plágio? Este é o conceito revolucionário que está a transformar a forma como estudantes de pós-graduação trabalham em 2025.

Como Usar IA Para Prevenir Plágio

A ideia é simples mas poderosa: ferramentas de IA podem analisar o teu próprio trabalho antes de o submeteres, identificando potenciais problemas de originalidade, formatação de citações, paráfrases demasiado literais, e até inconsistências de estilo que podem levantar suspeitas.

Pensa nisto como ter um “segundo orientador virtual” que revê o teu trabalho 24/7, sem julgamento, sem pressa, e com uma base de dados de milhões de artigos académicos para comparação. Não substitui o trabalho intelectual — potencializa-o e protege-o.

As Cinco Melhores Ferramentas de IA para Prevenção de Plágio em Português

Testei dezenas de plataformas nos últimos seis meses. Aqui estão as cinco que realmente funcionam para estudantes portugueses, com destaque para compatibilidade com português europeu e normas académicas locais:

1. Tesify.pt — A Plataforma Portuguesa Completa

Não é apenas um detetor de plágio — é um ecossistema completo de escrita académica. O Tesify oferece verificação inteligente de similaridade, formatação automática em ABNT, APA, Chicago e Vancouver (as normas mais usadas na UNL), sugestões de paráfrase, e até um sistema de gestão de bibliografia integrado.

Diferencial: Foi desenvolvido especificamente para português europeu e conhece as especificidades das universidades portuguesas. O algoritmo é treinado com dissertações e teses de instituições lusófonas, o que reduz drasticamente os falsos positivos que outras plataformas (treinadas em inglês) costumam gerar.

Para quem serve: Estudantes de mestrado e doutoramento que querem não apenas verificar, mas efetivamente melhorar a qualidade académica do trabalho antes da submissão.

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2. Turnitin Similarity Check (Versão Estudante)

A versão estudante do Turnitin permite que submetas os teus trabalhos para análise antes da entrega oficial. Gera um relatório detalhado com percentagem de similaridade e destaca todas as correspondências encontradas. É o mesmo sistema que a universidade usa, então sabes exatamente o que os teus professores vão ver. Limitação: não oferece sugestões de melhoria ou correção — apenas deteta. E pode ser caro se usares frequentemente.

3. Grammarly Plagiarism Detector

Além da correção gramatical, o Grammarly Premium inclui um detetor de plágio que compara o teu texto com biliões de páginas web e artigos académicos. Interface intuitiva e integração com Google Docs e Word. Limitação: otimizado para inglês — em português, a precisão cai significativamente.

4. Copyleaks

Ferramenta de deteção de plágio com capacidade de análise em múltiplas línguas, incluindo português. Também deteta código-fonte (útil para teses de IT/Engenharia). Boa deteção de paráfrases e texto ligeiramente modificado. Menos especializado em formatação académica e normas portuguesas.

5. Quetext

Plataforma de verificação de plágio com tecnologia DeepSearch que analisa não apenas correspondência exata, mas também similaridade conceptual. Relatórios coloridos e fáceis de interpretar, com sistema de “scoring” de originalidade. Base de dados menor em português comparada com plataformas anglófonas.

Ferramenta Precisão PT-PT Formatação Académica Melhor Para
Tesify.pt ⭐⭐⭐⭐⭐ ✅ Completa Teses UNL
Turnitin ⭐⭐⭐⭐ Apenas deteção Verificação final
Grammarly ⭐⭐⭐ Limitada Inglês
Copyleaks ⭐⭐⭐⭐ Básica Teses IT
Quetext ⭐⭐⭐ Nenhuma Verificação rápida

Como a IA Salvou Um Mestrado na NOVA SBE

Conheci a Beatriz (nome alterado) em novembro de 2024. Estava no último mês antes da defesa do seu mestrado em Finanças na NOVA School of Business and Economics. Tinha trabalhado durante 14 meses na dissertação, com apoio do orientador, e sentia-se confiante.

Processo de verificação de tese desde a escrita até à aprovação final
O caminho desde a escrita até à aprovação final

Por precaução (e seguindo uma recomendação de uma colega), decidiu passar o trabalho numa ferramenta de verificação de plágio antes da submissão oficial. O resultado? 27% de similaridade — acima do limiar de conforto da NOVA SBE (que é 20%).

O pânico inicial deu lugar a uma análise cuidadosa. A maior parte da similaridade vinha de três fontes: secções de revisão de literatura onde tinha parafraseado autores mas usando estruturas frasais demasiado próximas dos originais, descrição da metodologia que seguia quase palavra por palavra o manual do modelo econométrico que utilizou, e autoplágio de um artigo que publicara seis meses antes numa revista da faculdade (e que não declarou como trabalho prévio).

Usando uma combinação do Tesify (para reformular parágrafos problemáticos mantendo o sentido técnico) e consulta com o orientador, a Beatriz conseguiu reduzir a similaridade para 16% em três semanas de trabalho intensivo. Mais importante: aprendeu a identificar os padrões que causam problemas e agora ensina outros colegas a fazer o mesmo.

O resultado? Defesa aprovada com distinção, zero problemas com a comissão de ética, e a tranquilidade de saber que o seu grau está protegido contra futuras contestações.

“Se não tivesse verificado antes, teria submetido assim e provavelmente o orientador teria recusado a autorização para defesa. Ou pior — teria passado e só descobririam o problema depois. A ferramenta de IA não escreveu a minha tese, mas salvou-a.”

— Beatriz S., NOVA SBE, Mestrado em Finanças (2024)

Se queres explorar mais sobre como ferramentas de IA estão a revolucionar a deteção e prevenção de plágio em 2025, não percas o nosso artigo especializado: Ferramentas de Inteligência Artificial para Deteção e Prevenção de Plágio Académico | 2025.

Os Sete Erros “Invisíveis” Que Levam a Acusações de Plágio

Aqui está a secção que pode genuinamente fazer a diferença entre aprovação e catástrofe. Estes não são erros óbvios — são falhas subtis que estudantes conscienciosos cometem todos os dias, convencidos de que estão a fazer tudo certo.

Erro #1: Autoplágio Entre Capítulos da Própria Tese

Escreves a introdução, depois no capítulo 3 precisas contextualizar de novo, e… copias e colas parágrafos inteiros da introdução. Afinal, é texto teu, certo? Segundo o Regulamento da UNL, cada secção da tese deve apresentar contribuição original. Reutilizar texto mesmo que seja teu é considerado “enchimento” e pode ser sinalizado como autoplágio se exceder 10-15% do total.

Um doutorando em Sociologia foi sinalizado por ter duplicado oito páginas entre o enquadramento teórico e as conclusões. Teve que reescrever completamente as conclusões antes da aprovação final.

Dica prática: Se precisas repetir um conceito-chave, fá-lo através de sumário ou remissão interna (“como referido na secção 1.2…”) em vez de duplicar o texto literal.

Solução com IA: Usa ferramentas como o Tesify para identificar duplicações internas. A funcionalidade de “deteção de autoplágio” compara todas as secções do documento entre si e sinaliza repetições excessivas. Depois, usa o assistente de reformulação para criar versões distintas do mesmo conceito.

Erro #2: Paráfrases “Próximas Demais” do Original

Leste um artigo brilhante, concordaste com o autor, e decidiste parafrasear em vez de citar diretamente. Mudaste algumas palavras, alteraste a ordem das frases, adicionaste a citação… mas o algoritmo de deteção ainda sinaliza. Paráfrase legítima requer transformação conceptual, não apenas lexical. Se a estrutura argumentativa, sequência de ideias e até exemplos usados são os mesmos do original (mesmo usando sinónimos), tecnicamente ainda é plágio.

Comparação entre paráfrase problemática e paráfrase aceitável
Diferença entre paráfrase superficial e transformação conceptual adequada

Exemplo:

Original: “A teoria da escolha racional pressupõe que os agentes económicos tomam decisões maximizando utilidade com base em informação completa.”

Paráfrase problemática: “A teoria da escolha racional assume que agentes económicos fazem escolhas maximizando a sua utilidade baseando-se em informação completa.”

Paráfrase aceitável: “Segundo o paradigma da escolha racional, indivíduos agem procurando otimizar benefícios pessoais, partindo do pressuposto de que têm acesso total à informação relevante (Autor, 2020).”

Solução com IA: Ferramentas como o Tesify têm funcionalidade “Smart Pen” que sugere reformulações mais profundas, não apenas trocas de palavras. Compara a tua paráfrase com o original e dá um “score de transformação” — se for abaixo de 60%, alerta-te para reformular mais.

Erro #3: Reutilizar Texto de Artigos Publicados Sem Declaração Explícita

Publicaste um artigo numa revista ou apresentaste numa conferência. Depois, incorporaste secções desse trabalho na tua tese. É investigação tua, publicada com o teu nome… qual é o problema? Duas razões: questões de direitos autorais (muitas revistas ficam com copyright do texto publicado) e princípio de originalidade (a tese deve ser trabalho inédito, ou declarar explicitamente que determinadas secções foram previamente publicadas).

Uma estudante de Biotecnologia teve a defesa adiada porque usou dados e texto de um artigo publicado meses antes sem incluir uma “Declaração de Trabalhos Prévios” como exige o regulamento da NOVA Medical School.


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