Estudante de mestrado a escrever o capítulo de discussão de resultados da tese com checklist de erros a evitar
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Discussão de Tese: 7 Erros Fatais Que Reprovam | 2025

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5 min de leitura

Discussão de Tese: 7 Erros Fatais Que Reprovam Alunos em 2025

Passaste meses — talvez anos — a recolher dados, a analisar resultados, a formatar tabelas intermináveis. E agora? Olhas para o ecrã em branco, o cursor a piscar, e pensas: “O que é suposto eu escrever na discussão?”

Não estás sozinho. Na minha experiência a apoiar estudantes de mestrado, o capítulo de discussão é, de longe, o que mais ansiedade gera. E com razão — é aqui que mais alunos perdem pontos na avaliação final. É aqui que o júri decide se tens ou não maturidade científica.

O pior? Muitos orientadores não explicam claramente o que esperam. Dizem coisas vagas como “interpreta os resultados” ou “dialoga com a literatura” — e deixam-te a nadar em mar aberto.

Mas aqui está a boa notícia: os erros mais comuns são perfeitamente evitáveis. E conhecê-los é meio caminho andado para escrever uma discussão que impressiona.

Neste guia, vou revelar-te os 7 erros fatais que reprovam alunos em 2025. Mais importante: vou dar-te estratégias práticas para cada um. Se aplicares o que aprenderes aqui, a discussão pode passar de ponto fraco a ponto forte da tua tese.

Se ainda estás a estruturar a tese toda, começa por este guia completo sobre escrita de tese de mestrado antes de avançares.

TL;DR — Resposta Rápida: Os 7 erros fatais na discussão de tese são: (1) repetir resultados sem interpretar, (2) ignorar a literatura existente, (3) omitir limitações do estudo, (4) fazer afirmações que os dados não suportam, (5) não responder às perguntas de investigação, (6) misturar resultados e discussão sem método, e (7) terminar sem implicações práticas. Evita-os estruturando a discussão em torno dos teus objetivos, comparando sistematicamente com estudos anteriores, e sendo honesto sobre o alcance das tuas conclusões.

O Que É (Realmente) o Capítulo de Discussão numa Tese?

Vamos começar pelo básico — porque muita gente confunde isto.

Definição: A discussão de resultados é o capítulo onde interpretas, contextualizas e atribuis significado aos dados recolhidos, comparando-os com a literatura existente e avaliando até que ponto respondem às tuas perguntas de investigação.

Parece simples, certo? Mas aqui está onde a maioria falha: confundem apresentar com interpretar.

Deixa-me clarificar com uma analogia que uso frequentemente. Imagina um julgamento:

Ilustração de tribunal mostrando a analogia entre resultados de tese como provas, discussão como argumentação do advogado, e conclusão como veredito final

  • Capítulo de Resultados = As provas apresentadas ao tribunal
  • Capítulo de Discussão = A argumentação do advogado
  • Conclusão = O veredito final

Ninguém espera que o advogado volte a mostrar as provas. Espera que as interprete, que as contextualize, que convença o júri do seu significado.

A mesma lógica aplica-se à tua tese.

Resultados vs. Discussão: A Diferença Que Salva Teses

Capítulo de Resultados Capítulo de Discussão
Apresenta os dados Interpreta os dados
Descreve o que encontraste Explica o que significa
Objetivo e factual Analítico e argumentativo
Tabelas, gráficos, números Comparações, implicações, limitações
“Verificou-se que 67% dos participantes…” “Este resultado sugere que… porque…”

Segundo a Biblioteca da FSP-USP, a discussão deve “analisar e interpretar os resultados obtidos, discutindo-os à luz da literatura” e “mostrar o alcance dos objetivos e/ou hipóteses”.

Por que é o capítulo mais difícil?

Porque exige algo que os outros capítulos não exigem: pensamento crítico original. Na revisão de literatura, compilas o que outros disseram. Na metodologia, descreves o que fizeste. Nos resultados, apresentas o que encontraste.

Mas na discussão? Tens de assumir posições. Tens de argumentar. Tens de mostrar que entendes o teu campo profundamente.

E isso assusta. Mas não deveria — se souberes evitar os erros que vou partilhar a seguir.

Os 7 Erros Fatais na Discussão de Resultados

Aqui está a lista que pode salvar a tua tese. Cada erro vem com o porquê reprova e, mais importante, como corrigir.

Erro #1 — Transformar a Discussão num “Resultados 2.0”

❌ O Erro:

Este é, de longe, o erro mais comum. Acontece quando:

  • Repetes os resultados com palavras ligeiramente diferentes
  • Listas novamente percentagens e valores sem interpretação
  • Descreves tabelas que já foram apresentadas no capítulo anterior

Conheço estudantes que escreveram discussões inteiras a dizer coisas como: “No gráfico 3, observa-se que 45% dos participantes responderam afirmativamente, enquanto 55% responderam negativamente.”

Isso não é discussão. Isso é descrição — e já fizeste isso antes.

🚨 Por Que Reprova:

O júri e o orientador veem isto como falta de capacidade analítica. Demonstra que não entendes a função do capítulo. E, francamente, aumenta a extensão da tese sem adicionar qualquer valor.

Um avaliador experiente lê isto e pensa: “Este aluno não sabe interpretar dados.”

✅ Como Corrigir:

Aplica esta regra de ouro: cada parágrafo da discussão deve responder à pergunta “E então? O que significa isto?”

Usa verbos de interpretação: “sugere”, “indica”, “pode explicar-se por”, “corrobora a teoria de”.

Exemplo prático:

  • ❌ Errado: “67% dos participantes concordaram com a afirmação.”
  • ✅ Certo: “A elevada concordância (67%) sugere que os profissionais reconhecem a importância desta prática, corroborando os achados de Silva (2022). Este resultado pode explicar-se pela crescente exposição a formações na área.”

Vês a diferença? O segundo não só apresenta — interpreta, compara e explica.

Se estás com dificuldade em fazer esta transição, a técnica do primeiro rascunho sem perfeccionismo pode ajudar-te a começar.

Erro #2 — Ignorar o Diálogo com a Literatura

❌ O Erro:

Apresentas os teus resultados como se existissem num vácuo. Não comparas com estudos anteriores. Citas literatura apenas na revisão e nunca mais falas nela.

É como se a tua investigação fosse a única que alguma vez existiu sobre o tema.

🚨 Por Que Reprova:

A discussão existe precisamente para posicionar os teus achados no conhecimento existente. Sem comparação, não demonstras contributo científico.

O avaliador lê e pergunta: “E os outros autores? O que disseram sobre isto? Concordam? Discordam?”

Se não respondes a estas perguntas, o avaliador assume que não dominas a literatura — mesmo que a tua revisão seja excelente.

✅ Como Corrigir:

Para cada resultado principal, cita 2-3 estudos: concordantes E discordantes.

Usa esta estrutura:

“Este resultado corrobora os achados de Silva (2022), que também encontrou uma relação positiva entre X e Y numa amostra de profissionais portugueses. Contudo, difere parcialmente de Pereira (2021), que obteve uma correlação mais fraca — possivelmente devido às diferenças no contexto organizacional estudado.”

O truque está em explicar as divergências. Diferenças metodológicas? Contexto diferente? Amostra distinta? Esta análise é o que demonstra maturidade científica.

Se a tua revisão de literatura não está suficientemente sólida, volta atrás e reforça-a antes de avançar para a discussão. Problemas na revisão contaminam inevitavelmente a discussão.

Erro #3 — Esconder ou Minimizar as Limitações

❌ O Erro:

Há duas versões deste erro:

  • Não incluir nenhuma secção de limitações
  • Mencionar limitações de forma superficial: “A amostra poderia ser maior”

Muitos estudantes pensam: “Se mencionar as limitações, o júri vai achar que o meu estudo é fraco.”

Nada poderia estar mais longe da verdade.

🚨 Por Que Reprova:

Esconder limitações demonstra falta de maturidade científica. O júri sabe que nenhum estudo é perfeito. Quando não mencionas limitações óbvias, interpreta como desonestidade intelectual.

E pior: se tu não mencionas, o avaliador vai mencionar por ti — e de forma muito menos simpática.

✅ Como Corrigir:

Cria uma subsecção dedicada: “Limitações do Estudo”.

Sê específico e honesto:

  • Tipo e dimensão da amostra
  • Instrumentos utilizados e suas limitações
  • Contexto temporal ou geográfico
  • Variáveis não controladas

Mas — e isto é crucial — não termines nas limitações.

Segue sempre com algo como: “Apesar destas limitações, o estudo contribui para o conhecimento na área ao…”

Segundo o Proof-Reading-Service, o equilíbrio é fundamental: reconhece os constrangimentos sem destruir a credibilidade do teu trabalho.

Se as limitações estão relacionadas com problemas na amostra, este guia sobre erros na amostra ajuda-te a abordá-las corretamente.

Erro #4 — Fazer Afirmações Que os Dados Não Suportam

❌ O Erro:

Este erro é o oposto do anterior — e igualmente fatal:

  • Generalizar a partir de uma amostra limitada
  • Usar linguagem causal quando o estudo é correlacional
  • Extrapolar para populações que não estudaste

Frases como “Este estudo prova que…” ou “Os resultados demonstram definitivamente que…” são bandeiras vermelhas imediatas.

🚨 Por Que Reprova:

Viola princípios básicos de validade científica. Mostra desconhecimento metodológico profundo. E — talvez mais importante — o avaliador marca imediatamente como erro grave.

É o tipo de erro que te persegue durante toda a defesa oral.

✅ Como Corrigir:

Usa linguagem hedged (cautelosa):

  • “sugere”
  • “parece indicar”
  • “nesta amostra”
  • “no contexto estudado”
  • “pode ser interpretado como”

Nunca uses “prova” ou “demonstra definitivamente” em ciências sociais. Mesmo em ciências exatas, estas afirmações são raras.

Verifica cada afirmação: tem base nos teus dados específicos, ou estás a projetar o que gostarias que os dados dissessem?

A relação entre metodologia sólida e validade das conclusões é direta. Uma discussão forte começa numa metodologia transparente.

Erro #5 — Não Responder às Perguntas de Investigação

❌ O Erro:

Discutes resultados, comparas com literatura, falas de limitações… mas em lado nenhum respondes explicitamente às perguntas que formulaste na introdução.

O leitor termina a discussão e pergunta: “Então, afinal, respondeste ao que te propuseste?”

🚨 Por Que Reprova:

Quebra a coerência lógica da tese. Se definiste três perguntas de investigação na introdução, o avaliador espera três respostas claras na discussão.

Demonstra falta de foco e organização — duas qualidades essenciais num investigador.

✅ Como Corrigir:

Estrutura a discussão por pergunta ou objetivo de investigação.

Cria subsecções claras: “Relativamente ao primeiro objetivo…” ou “No que diz respeito à PI2…”

Sê explícito:

“Os resultados permitem responder afirmativamente à primeira pergunta de investigação, uma vez que se verificou uma correlação positiva significativa (r = 0.67, p < 0.01) entre as variáveis X e Y."

Se os teus objetivos e perguntas de investigação não estão bem definidos, resolve isso primeiro. Sem boas perguntas, não há boas respostas.

Erro #6 — Misturar Resultados e Discussão Sem Critério

❌ O Erro:

Alternar aleatoriamente entre descrição de dados e interpretação. Criar um capítulo híbrido “Resultados e Discussão” sem estrutura clara. O leitor nunca sabe se estás a apresentar ou a interpretar.

🚨 Por Que Reprova:

Confunde o leitor e o avaliador. Dificulta a avaliação da tua capacidade analítica. Gera repetições e inconsistências.

✅ Como Corrigir:

Tens duas opções legítimas:

Opção A: Capítulos separados (mais seguro para iniciantes)

  • Capítulo 4: Resultados (apenas descrição de dados)
  • Capítulo 5: Discussão (apenas interpretação)

Opção B: Capítulo integrado (requer mais experiência)

  • Estrutura clara por variável ou tema
  • Para cada bloco: primeiro os dados, depois a interpretação
  • Separação visual e linguística consistente

O vídeo “Resultados e discussões: O que são na sua dissertação ou tese?” explica visualmente esta diferença de forma muito clara.

Consulta sempre o regulamento do teu programa e a preferência do teu orientador. Algumas áreas preferem capítulos integrados; outras, separados.

E lembra-te: uma análise de dados bem organizada facilita imenso a discussão. Se a análise está confusa, a discussão também estará.

Erro #7 — Terminar Sem Implicações Práticas

❌ O Erro:

Concluir a discussão abruptamente após as limitações. Não explicar para que serve o conhecimento que produziste. Esquecer recomendações para a prática ou investigação futura.

O leitor termina e pensa: “OK, encontraste isto. E então? Para que serve?”

🚨 Por Que Reprova:

Deixa o avaliador a questionar a relevância do trabalho. Não demonstra capacidade de transferir conhecimento para contextos reais. Enfraquece o impacto percebido de toda a tese.

✅ Como Corrigir:

Inclui duas subsecções finais:

1. Implicações para a Prática

  • Quem pode usar estes resultados?
  • Como podem ser aplicados?
  • Em que contextos são relevantes?

2. Recomendações para Investigação Futura

  • Que perguntas ficam por responder?
  • Que metodologias alternativas poderiam ser usadas?
  • Que populações deveriam ser estudadas?

Atenção: mantém as implicações proporcionais aos resultados. Não prometas revoluções baseadas num estudo com 50 participantes.

Estrutura Eficaz: Como Organizar a Discussão Passo a Passo

Agora que conheces os erros a evitar, vamos à parte construtiva: como organizar uma discussão que impressiona.

Template de Estrutura para o Capítulo de Discussão

1. Parágrafo Introdutório (50-100 palavras)

  • Recapitula brevemente o propósito do estudo
  • Anuncia a estrutura da discussão que se segue

2. Discussão dos Resultados Principais (corpo do capítulo)

  • Organiza por objetivo/pergunta de investigação OU por tema/variável
  • Para cada bloco: resultado → interpretação → comparação com literatura → significado

3. Limitações do Estudo (200-400 palavras)

  • Honestidade sobre constrangimentos metodológicos
  • Impacto das limitações nos resultados

4. Implicações (200-400 palavras)

  • Para a teoria (contributo conceptual)
  • Para a prática (aplicações concretas)
  • Para a investigação futura (portas abertas)

5. Síntese Final (100-150 palavras)

  • Reafirma a contribuição central
  • Prepara o terreno para as conclusões

O Fluxo Argumentativo Ideal

Para cada resultado principal, segue este padrão:

Resultado → “Verificou-se que X”

Interpretação → “Este resultado sugere que…”

Comparação → “Corrobora/Contrasta com Silva (2022)…”

Explicação → “A diferença pode dever-se a…”

Significado → “Isto implica que…”

Quando este fluxo se torna automático, a discussão escreve-se quase sozinha.

Na tesify.pt, desenvolvemos ferramentas de IA que te ajudam a estruturar este fluxo argumentativo de forma natural. O Smart Guide cria uma checklist personalizada para cada secção da tua discussão, garantindo que não saltas nenhum passo.

Checklist: A Tua Discussão Está Pronta?

Antes de entregares, passa por esta lista de verificação:

✅ Estrutura e Organização

  • ☐ A discussão segue uma ordem lógica (por objetivo ou por tema)?
  • ☐ Existe parágrafo introdutório que orienta o leitor?
  • ☐ Há subsecção dedicada às limitações?
  • ☐ Inclui implicações práticas e/ou teóricas?
  • ☐ Termina com síntese que prepara as conclusões?

✅ Conteúdo e Argumentação

  • ☐ Cada resultado principal é interpretado (não apenas repetido)?
  • ☐ Há comparação sistemática com a literatura existente?
  • ☐ As afirmações são proporcionais aos dados?
  • ☐ Todas as perguntas de investigação têm resposta explícita?
  • ☐ Explico as divergências com estudos anteriores?

✅ Linguagem e Rigor

  • ☐ Uso verbos de interpretação (“sugere”, “indica”, “pode explicar”)?
  • ☐ Evito linguagem absoluta (“prova”, “demonstra definitivamente”)?
  • ☐ Distingo claramente entre correlação e causalidade?
  • ☐ A linguagem é académica mas acessível?

✅ Conexões

  • ☐ A discussão dialoga com a revisão de literatura?
  • ☐ Está alinhada com a metodologia definida?
  • ☐ Prepara o terreno para as conclusões?
  • ☐ Há coerência entre introdução, metodologia, resultados e discussão?

Se assinalaste menos de 80% dos itens, a tua discussão provavelmente precisa de revisão.

Não tens de fazer isto sozinho. Na tesify.pt, o Smart Revision analisa automaticamente a coerência da tua discussão e sugere melhorias específicas — mantendo sempre a tua voz e estilo.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Qual a diferença entre resultados e discussão na tese?

O capítulo de resultados apresenta os dados de forma objetiva (tabelas, gráficos, estatísticas), enquanto a discussão interpreta esses dados, compara-os com estudos anteriores e explica o seu significado no contexto da investigação.

Quantas páginas deve ter a discussão de uma tese de mestrado?

Tipicamente, a discussão ocupa entre 15% a 25% da tese total. Para uma tese de 80 páginas, espera-se uma discussão de 12 a 20 páginas. Contudo, a qualidade da argumentação é mais importante que a extensão.

Posso juntar resultados e discussão num só capítulo?

Sim, algumas áreas científicas e programas de mestrado permitem ou até preferem capítulos integrados. Verifica o regulamento do teu programa e consulta o teu orientador. Se optares por integrar, mantém uma estrutura clara que distinga descrição de interpretação.

O que escrever quando os resultados contradizem a literatura?

Apresenta a divergência de forma transparente e propõe explicações: diferenças metodológicas, contexto cultural, características da amostra, ou evolução temporal do fenómeno. Resultados divergentes podem ser contributos valiosos se bem argumentados.

Como evitar repetir os resultados na discussão?

Aplica a regra do “E então?”: cada parágrafo deve ir além da descrição e responder ao significado do resultado. Usa verbos de interpretação (sugere, indica, implica) em vez de verbos descritivos (verificou-se, observou-se).

Conclusão: Transforma a Discussão no Ponto Forte da Tua Tese

Chegaste ao fim deste guia. E se aplicares o que aprendeste, a discussão da tua tese vai destacar-se.

Vamos recapitular os 7 erros fatais a evitar:

  1. Repetir resultados sem interpretar — lembra-te: “E então?”
  2. Ignorar a literatura — compara sempre com estudos anteriores
  3. Esconder limitações — a honestidade demonstra maturidade
  4. Afirmar sem suporte — mantém as conclusões proporcionais aos dados
  5. Não responder às perguntas — fecha o ciclo da investigação
  6. Misturar sem critério — escolhe uma estrutura e mantém-na
  7. Terminar sem implicações — mostra o valor prático do teu trabalho

A discussão é onde demonstras que és mais do que um colecionador de dados. É onde mostras pensamento crítico, domínio da área, e capacidade de contribuir para o conhecimento.

O próximo passo? Abre a tua discussão (ou o documento onde vais escrevê-la) e aplica a checklist que partilhei. Identifica os pontos fracos. Melhora um de cada vez.

E se precisares de apoio estruturado, a tesify.pt está aqui para ajudar. As nossas ferramentas de IA foram desenhadas especificamente para estudantes de mestrado portugueses — com templates, checklists e feedback personalizado que respeitam as normas académicas nacionais.

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