Se estás a começar a tua tese universitária agora mesmo, provavelmente já sentiste aquele peso no peito. Sabes aquele momento em que abres o Word, olhas para a página em branco e pensas: “Por onde é que eu começo?” Não estás sozinho. Todos os anos, milhares de estudantes em Portugal enfrentam exatamente o mesmo desafio – e muitos demoram semanas (ou até meses) a sair da paralisia inicial.
A boa notícia? Iniciar uma tese universitária em 2025 é radicalmente diferente do que era há cinco anos. A inteligência artificial transformou completamente a forma como estruturamos, organizamos e damos os primeiros passos numa investigação académica. E não, não estou a falar de deixar a IA escrever tudo por ti – isso seria anti-ético e facilmente detetável. Estou a falar de usar a IA como uma parceira inteligente que te ajuda a pensar melhor, estruturar mais rápido e superar bloqueios criativos.
Neste guia completo e prático, vou mostrar-te exatamente como iniciar e estruturar tese universitária com IA em 7 passos concretos, com prompts reais, checklists transferíveis e exemplos adaptados à realidade das universidades portuguesas. Ao final desta leitura, terás um roteiro claro desde a escolha do tema até à redação da introdução validada pelo teu orientador.
Os 7 Passos Essenciais
- Explora e delimita o tema – Brainstorming assistido por IA
- Transforma tema em pergunta de pesquisa – Iteração inteligente com critérios SMART
- Levantamento preliminar do estado da arte – Mapa conceptual com IA
- Define objetivos gerais e específicos – Taxonomia de Bloom + validação IA
- Escolhe metodologia – Qualitativa, quantitativa ou mista com sugestões IA
- Estrutura e detalhe o sumário – Prompts para sumários profissionais
- Redige a introdução e valida com orientador – Revisão e feedback assistidos
Vamos começar pelo princípio e entender o que realmente significa “iniciar” uma tese em 2025…
Fundamentos: O que é “iniciar” uma tese em 2025?
Antes de mergulharmos nas ferramentas e técnicas, precisamos de alinhar expectativas. Quando falamos em iniciar uma tese universitária, não estamos apenas a falar de escrever as primeiras palavras. Iniciar uma tese é, na verdade, um processo estruturado que envolve três fases críticas:
Primeira fase: Delimitação do tema. Aqui é onde a maior parte dos estudantes fica presa. Tens um interesse vago – talvez “sustentabilidade” ou “marketing digital” – mas isso é demasiado amplo. Precisas de afunilar até encontrar um nicho específico, relevante e viável dentro do tempo e recursos disponíveis. A IA pode acelerar dramaticamente este processo através de técnicas de brainstorming estruturado que vamos explorar adiante.
Segunda fase: Formulação da pergunta de investigação. Este é o coração de qualquer tese. Uma pergunta bem formulada determina toda a direção do teu trabalho. Deve ser específica, original, relevante e respondível. Antigamente, isto poderia levar semanas de idas e vindas com o orientador. Hoje, podes iterar dezenas de versões com a IA antes sequer de apresentares a primeira proposta oficial. Aliás, temos um guia completo sobre como usar IA para definir perguntas de pesquisa originais que complementa perfeitamente este tópico.
Terceira fase: Primeiros alinhamentos estruturais. Objetivos, metodologia preliminar e esboço do sumário. É aqui que a tua tese ganha esqueleto. E é também aqui que a IA brilha – consegue sugerir estruturas lógicas baseadas em milhares de teses semelhares, adaptadas à tua área específica.
Diferenças entre mestrado, doutoramento e TCC em Portugal
É importante perceber que iniciar uma tese varia consoante o nível académico. Um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) na licenciatura é geralmente mais curto (40-80 páginas), com revisão de literatura menos extensa e metodologia mais simples. Uma dissertação de mestrado (80-150 páginas) requer análise mais aprofundada e contribuição original ao conhecimento. Já uma tese de doutoramento (200-400 páginas) exige investigação original substantiva com impacto científico comprovado.
As universidades portuguesas – como a Universidade de Lisboa, Porto, Coimbra, Nova ou Minho – têm regulamentos específicos sobre prazos de submissão, formato de citação (geralmente APA 7ª edição ou normas ISO), estrutura obrigatória de capítulos e processos de aprovação pelo orientador e coorientador. Conhecer estas regras desde o início evita retrabalho frustrante mais tarde.
“A maior causa de atraso nas teses não é a escrita – é a falta de clareza inicial sobre o que realmente se vai investigar.”
Por isso, investir tempo de qualidade nesta fase inicial não é procrastinação – é estratégia inteligente. E com as ferramentas de IA disponíveis em 2025, podes fazer em dias o que antes levava semanas. Mas como exatamente? Vamos descobrir…
Como a IA já está a transformar o início das teses
Vamos ser honestos: a inteligência artificial não é mais uma tendência futurista nas universidades portuguesas. É uma realidade presente. Segundo dados recentes da Direção-Geral do Ensino Superior, cerca de 68% dos estudantes universitários em Portugal já experimentaram ferramentas de IA para tarefas académicas – e esse número só tende a crescer em 2025.
Mas há uma diferença enorme entre usar IA de forma ética e produtiva versus simplesmente copiar-colar conteúdo gerado. As universidades estão cada vez mais sofisticadas na deteção de plágio assistido por IA (ferramentas como Turnitin e GPTZero são agora padrão), mas ao mesmo tempo reconhecem o valor legítimo destas tecnologias quando usadas corretamente.
Cinco utilizações práticas da IA para acelerar a fase inicial
Brainstorming estruturado de temas: Em vez de passar horas a rabiscar ideias soltas, podes usar a IA para gerar dezenas de temas potenciais baseados nos teus interesses gerais, depois refiná-los através de perguntas socráticas. Por exemplo, se o teu interesse inicial é “economia circular”, a IA pode sugerir ângulos específicos como “implementação de economia circular em PMEs do setor têxtil português” ou “barreiras regulamentares à economia circular em Portugal vs. outros países da UE”.
Formulação e teste de perguntas de pesquisa: A IA pode avaliar se a tua pergunta é demasiado ampla, demasiado específica, já exaustivamente investigada ou genuinamente original. Pode sugerir reformulações que tornem a pergunta mais clara, mensurável e academicamente robusta. Este é exatamente o tipo de feedback iterativo que antigamente só o orientador fornecia – mas agora podes fazer 20 iterações antes sequer de agendar a primeira reunião.
Levantamento preliminar do estado da arte: Imagina teres um assistente que lê centenas de abstracts por ti e te apresenta um mapa conceptual das principais correntes teóricas, autores seminais e lacunas de investigação na tua área. Não estou a falar de substituir a leitura crítica – isso continua essencial – mas de acelerar dramaticamente a fase de mapeamento inicial. Inclusive, o nosso guia de revisão de literatura com IA em 7 etapas mostra exatamente como fazer isto de forma ética e rastreável.
Estruturação do sumário e hierarquia de capítulos: A IA pode sugerir estruturas lógicas adaptadas à tua metodologia e área de estudo. Se estás a fazer investigação qualitativa em ciências sociais, a estrutura será diferente de uma tese experimental em engenharia. A IA conhece essas convenções e pode propor sumários detalhados que depois refinas. Aliás, temos um artigo específico sobre como usar IA para estruturar capítulos do TCC que detalha prompts e fluxos práticos.
Validação de viabilidade do tema: Antes de te comprometeres com um tema, podes usar IA para analisar se há fontes suficientes disponíveis, se o tema é demasiado complexo para o prazo disponível, se há questões éticas que precisas de considerar, etc. É como ter uma segunda opinião instantânea antes de investires meses num projeto.
Caso real: De três meses para três semanas
Conheci uma estudante de mestrado em Gestão na Universidade do Porto que estava bloqueada há três meses na escolha do tema. Tinha interesse vago em “transformação digital”, mas não conseguia delimitar. Numa única sessão estruturada com IA, usando prompts específicos de brainstorming (que vou partilhar adiante), ela gerou 15 temas potenciais, avaliou a viabilidade de cada um, e chegou à pergunta de pesquisa final: “Como é que as PMEs portuguesas do setor do retalho tradicional podem implementar estratégias de transformação digital com orçamentos limitados?”
Com a pergunta definida, levou apenas mais duas semanas a estruturar o sumário completo, definir objetivos e obter aprovação do orientador. Três meses de bloqueio resolvidos em três semanas. A diferença? Método estruturado mais IA inteligente.
Limites éticos e precauções essenciais
Mas atenção: usar IA para iniciar uma tese não significa terceirizar o pensamento. Há linhas vermelhas que não podes cruzar:
- Nunca copies texto gerado diretamente sem reescrita substancial – isso é plágio, ponto final.
- Sempre valida factos e citações – a IA inventa referências com frequência alarmante.
- Usa IA como ferramenta de estruturação e brainstorming, não como ghostwriter.
- Declara o uso de IA quando apropriado – algumas universidades já exigem transparência.
- Mantém o teu pensamento crítico no comando – a IA sugere, tu decides.
Com estas bases estabelecidas, estás pronto para o guia prático passo-a-passo. E aqui é onde as coisas ficam realmente interessantes…
Guia Step-by-Step: 7 Passos para Iniciar e Estruturar uma Tese com IA
Chegou a hora de arregaçar as mangas. Vou guiar-te através de cada passo concreto, com instruções práticas, prompts reais que podes copiar e adaptar, e checklists transferíveis. Este é o roteiro completo desde o tema vago até à introdução validada pelo orientador. Se seguires estes passos, em duas a três semanas terás a estrutura completa da tua tese desenhada e aprovada.
Passo 1: Explora e delimita o tema

O que fazer: Começa com os teus interesses gerais e usa a IA para gerar dezenas de temas específicos, viáveis e originais. O objetivo aqui não é escolher logo – é expandir o campo de possibilidades antes de afunilar.
Prompt exemplo:
– Sejam originais e relevantes para o contexto português
– Tenham viabilidade de investigação em 6-12 meses
– Permitam acesso a dados/fontes
– Tenham potencial de contribuição académica
Para cada tema, indica brevemente a pergunta de pesquisa potencial e as principais fontes de dados.”
Ferramenta sugerida: ChatGPT-4, Claude 3.5 Sonnet ou Gemini Advanced (versões pagas têm melhor qualidade de raciocínio).
Output esperado: Lista de 10 temas com breve descrição, pergunta implícita e viabilidade preliminar. Agora, escolhe os 3 mais promissores e aprofunda cada um com um segundo prompt: “Aprofunda o tema [X]. Quais são as principais correntes teóricas? Que autores seminais? Que lacunas de investigação existem?”
Erro comum a evitar
Não escolhas o primeiro tema que parece “bom o suficiente”. A pressa em definir rapidamente leva frequentemente a temas pouco interessantes que vão tornar-se um fardo ao longo dos meses. Investe 2-3 dias nesta fase – vale cada minuto.
Passo 2: Transforma tema em pergunta de pesquisa
Este é o passo mais crítico de todos. Uma tese vive ou morre pela qualidade da sua pergunta de pesquisa. A pergunta deve ser SMART: Específica, Mensurável (ou respondível), Alcançável, Relevante e Temporal (quando aplicável).

O que fazer: Pega no tema escolhido e trabalha com a IA para transformá-lo numa pergunta precisa. Depois, testa a pergunta contra os critérios SMART e itera até estar perfeita.
Prompt exemplo:
– Sejam suficientemente específicas mas não triviais
– Permitam investigação empírica ou análise rigorosa
– Sejam originais (não exaustivamente investigadas)
– Sejam relevantes para o contexto académico e/ou prático português
Para cada pergunta, avalia-a segundo critérios SMART e indica potenciais limitações ou desafios metodológicos.”
Output esperado: Cinco perguntas com análise crítica de cada uma. Escolhe a mais promissora e faz uma terceira iteração: “Refina a seguinte pergunta tornando-a ainda mais precisa: [pergunta escolhida]. Sugere também sub-questões de investigação que a suportem.”
Quando tiveres a pergunta final, valida-a com o orientador antes de avançar. Este é um checkpoint essencial. Para um guia ainda mais detalhado sobre este processo crítico, consulta o nosso artigo dedicado a formular perguntas de pesquisa com IA.
Passo 3: Levantamento preliminar do estado da arte
Agora que tens pergunta definida, precisas de mapear o que já foi investigado. O objetivo não é ler tudo – isso vem depois – mas criar um mapa conceptual das principais áreas, autores e teorias relevantes.
O que fazer: Usa IA para identificar os principais autores, teorias e artigos seminais na tua área. Depois, organiza isso num mapa visual que te dá visão geral do campo.
Prompt exemplo:
1. As 3-5 principais teorias ou frameworks teóricos relevantes
2. Os 10 autores mais citados e influentes
3. As principais correntes de pensamento ou escolas de investigação
4. Debates ou controvérsias atuais na área
5. Lacunas de investigação identificadas por estudos recentes
Para cada elemento, sugere palavras-chave para pesquisa em bases de dados académicas.”
Ferramenta sugerida: Perplexity AI (excelente para pesquisa académica com fontes), Claude 3.5 ou ChatGPT-4 com plugins académicos.
Output esperado: Mapa estruturado com os principais elementos do estado da arte. Importante: Usa isto como ponto de partida para a tua própria pesquisa nas bases de dados académicas (B-on, Google Scholar, Scopus). Nunca confies 100% nas citações geradas por IA – sempre verifica os artigos originais.
Este levantamento preliminar vai alimentar diretamente a revisão de literatura da tua tese. Para um método completo de como transformar isto numa revisão de literatura profissional usando IA, não percas o nosso guia de revisão de literatura com IA em 7 etapas.
Passo 4: Define objetivos gerais e específicos
Objetivos bem formulados são a espinha dorsal da tua tese. O objetivo geral responde “o que queres alcançar globalmente?”, enquanto os objetivos específicos detalham “que passos concretos vais dar para lá chegar?”.
O que fazer: Usa a taxonomia de Bloom (analisar, avaliar, sintetizar, etc.) para formular objetivos académicos robustos. A IA pode ajudar a garantir que estão bem estruturados e alinhados com a pergunta de pesquisa.
Prompt exemplo:
1 objetivo geral (começando com verbo da taxonomia de Bloom adequado ao nível de mestrado/doutoramento)
4-6 objetivos específicos (também com verbos da taxonomia de Bloom, em ordem lógica de execução)
Os objetivos devem ser:
– Mensuráveis ou verificáveis
– Alcançáveis no prazo disponível
– Diretamente relacionados com a pergunta de pesquisa
– Progressivos em complexidade
Para cada objetivo específico, sugere brevemente como será operacionalizado.”
Output esperado: Objetivo geral mais 4-6 objetivos específicos com verbos apropriados (ex: “Analisar”, “Avaliar”, “Comparar”, “Sintetizar”) e breve indicação de operacionalização.
Dica profissional
Mostra os objetivos ao teu orientador antes de avançar para a metodologia. É muito mais fácil ajustar objetivos agora do que reescrever capítulos inteiros depois porque a estrutura estava desalinhada desde o início.
Passo 5: Escolhe metodologia
A metodologia é o “como” da tua investigação. Escolher a metodologia errada pode inviabilizar toda a tese. A IA pode ajudar-te a avaliar qual metodologia se adequa melhor aos teus objetivos, recursos e tipo de pergunta.
O que fazer: Apresenta os teus objetivos e contexto à IA e pede sugestões fundamentadas de metodologia. Depois, aprofunda a metodologia escolhida para desenhar o plano de investigação concreto.
Prompt exemplo:
– Tipo de dados disponíveis (acesso limitado vs. amplo)
– Prazo de execução (6-12 meses)
– Contexto português
– Rigor académico esperado
Compara as vantagens e limitações de:
1. Metodologia qualitativa (estudos de caso, entrevistas, análise documental)
2. Metodologia quantitativa (inquéritos, análise estatística)
3. Metodologia mista
Recomenda a mais adequada e esboça um plano metodológico básico.”
Output esperado: Análise comparativa das três opções, recomendação fundamentada e esboço metodológico (população/amostra, instrumentos de recolha, análise prevista).
A partir daqui, podes aprofundar com prompts específicos sobre desenho de inquéritos, protocolos de entrevista, estratégias de amostragem, etc. Mas já tens a base metodológica definida – e isso é meio caminho andado.
Passo 6: Estrutura e detalhe o sumário

Este é o momento em que a tua tese ganha esqueleto. O sumário bem estruturado é o teu roteiro – se estiver bem feito, escrever cada capítulo torna-se muito mais simples. E aqui a IA é particularmente poderosa, porque conhece as convenções estruturais de milhares de teses na tua área.
O que fazer: Usa toda a informação dos passos anteriores para gerar um sumário detalhado, capítulo por capítulo, seção por seção. O objetivo é ter não apenas os títulos, mas também uma frase resumo do que cada seção vai abordar.
Prompt exemplo:
– Pergunta de pesquisa: [pergunta]
– Objetivos: [lista]
– Metodologia: [resumo]
– Área de estudo: [área]
Cria um sumário detalhado para uma tese de [mestrado/doutoramento] seguindo as convenções académicas portuguesas. Para cada capítulo, inclui:
– Título do capítulo
– 3-6 seções principais com títulos
– 1 frase descrevendo o conteúdo de cada seção
– Estimativa de páginas por capítulo
A estrutura deve ser lógica, progressiva e equilibrada. Considera incluir: introdução, revisão de literatura, metodologia, análise/resultados, discussão, conclusões.”
Output esperado: Sumário completo e estruturado com todos os capítulos e seções detalhados. Isto é ouro puro – agora tens um mapa completo da tua tese.
Para técnicas ainda mais avançadas de estruturação de capítulos com IA, incluindo como balancear o peso de cada secção e manter coerência narrativa, o nosso artigo sobre estruturar capítulos do TCC com IA é leitura essencial.
Passo 7: Redige a introdução e valida com orientador

Finalmente, chegou a hora de escrever as primeiras palavras reais da tua tese. A introdução é crítica – é onde estabeleces o contexto, a relevância e a estrutura de todo o trabalho. Uma boa introdução deve responder: Porquê este tema? Porquê agora? O que vais fazer exatamente? Como está estruturado o resto da tese?
O que fazer: Usa IA como assistente de redação – não para escrever por ti, mas para estruturar ideias, verificar clareza, identificar lacunas e sugerir melhorias. Depois, revê criticamente com olhos humanos e submete ao orientador.
Prompt exemplo (pós-escrita de rascunho):
1. Clareza da contextualização do problema
2. Justificação da relevância (está convincente?)
3. Apresentação clara dos objetivos
4. Estrutura geral da tese (o leitor percebe o que vem?)
5. Tom académico e fluidez da escrita
6. Lacunas ou informação em falta
Sugere melhorias concretas mantendo a minha voz e ideias originais.”
Output esperado: Análise detalhada com sugestões de melhoria. Não aceites cegamente – avalia cada sugestão criticamente e decide o que faz sentido incorporar.
Depois da revisão com IA, faz mais uma passagem humana (lê em voz alta, deixa “descansar” um dia e relê) e então agenda reunião com o orientador para validação. Com a introdução aprovada, tens luz verde para avançar com confiança no resto da tese.
Parabéns – completaste os 7 passos!
Se chegaste até aqui e seguiste cada passo com dedicação, tens agora algo que muitos estudantes demoram meses a conseguir: uma tese completamente estruturada, com tema definido, pergunta validada, objetivos claros, metodologia escolhida, sumário detalhado e introdução aprovada. O trabalho duro está só a começar, mas agora tens um roteiro sólido para seguir.




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