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Entregaste a tua tese de mestrado. Semanas — talvez meses — de noites mal dormidas, pilhas de artigos lidos, dezenas de versões reescritas. E então, recebes um e-mail do teu orientador com uma frase que te gela o sangue: “O relatório Turnitin sinalizou 47 % de escrita gerada por IA no teu documento. Precisamos de falar.”
O pânico instala-se. O estômago dá um nó. Será que vais reprovar? Será que a Universidade de Lisboa verifica IA nas teses? E se verificar — o que acontece a seguir?
A resposta curta: sim, a Universidade de Lisboa adotou ferramentas institucionais de deteção de IA — e milhares de estudantes de mestrado e doutoramento não sabem exatamente o que é analisado, como é interpretado, nem o que fazer se forem sinalizados. Se queres entender as políticas institucionais da ULisboa sobre IA, chegaste ao sítio certo.
Neste guia atualizado para 2025, vou desmontar — com fontes oficiais da ULisboa, documentação do Turnitin e diretrizes da UNESCO — exatamente como funciona a verificação, o que realmente te pode prejudicar e os passos concretos para protegeres a tua tese sem abdicar de usar IA de forma responsável.
Se precisares de ajuda para planear, escrever ou rever a tua tese em conformidade com estas regras, a tesify.pt foi criada exatamente para isso.
Sim. A ULisboa utiliza a plataforma institucional antiplagio.ulisboa.pt (powered by Turnitin), que desde 2023 inclui um módulo de deteção de escrita por IA. O relatório gera uma percentagem de “AI writing” acessível ao orientador ou júri. Uma sinalização não equivale a reprovação automática — depende da interpretação, do regulamento da faculdade e da tua transparência ao declarar o uso de ferramentas.
Descarrega os 7 passos + template de Declaração de Uso de IA pronto a copiar. Tudo o que precisas antes de clicar em “Submeter”.
1. O Que É a Verificação de IA na Universidade de Lisboa?
A verificação de IA na Universidade de Lisboa é o processo institucional pelo qual teses, dissertações e trabalhos académicos são submetidos à plataforma antiplagio.ulisboa.pt — baseada no Turnitin — que analisa não só a similaridade textual (plágio), mas também a probabilidade de o texto ter sido gerado por ferramentas como o ChatGPT, Claude ou Gemini.
Parece simples, certo? Só que esta verificação não é a mesma coisa que a tradicional verificação de plágio. E confundir as duas pode custar-te caro.
Verificação de IA vs. Verificação de Plágio — Qual a Diferença?

| Critério | Verificação de Plágio | Verificação de IA |
|---|---|---|
| O que deteta | Texto copiado de fontes existentes | Texto provavelmente gerado por máquina |
| Métrica | % de Similaridade | % de AI Writing |
| Ferramenta na ULisboa | Turnitin (antiplagio.ulisboa.pt) | Turnitin AI Writing Detection |
| Disponível desde | ~2010 | ~2023 |
| Consequência automática | Nenhuma (requer interpretação) | Nenhuma (requer interpretação) |
A coluna mais importante? A última. Nenhuma das duas verificações gera consequências automáticas. Ambas precisam de interpretação humana. O problema: muitos orientadores ainda estão a aprender a interpretar o módulo de IA. A margem para mal-entendidos é enorme.
Quais Faculdades da ULisboa Já Utilizam Deteção de IA?
O módulo de deteção de IA do Turnitin foi ativado globalmente em abril de 2023. Na ULisboa, a implementação tem sido progressiva. A Faculdade de Ciências já disponibiliza instruções explícitas no seu manual de utilização do Turnitin, indicando que o relatório pode “sinalizar partes suspeitas de serem escritas por IA”. A Faculdade de Direito publicou um manual de início rápido atualizado em 2025 com o procedimento institucional de submissão.
Ponto crucial: a política específica sobre como interpretar e agir perante o AI score varia de faculdade para faculdade. O IST pode ter diretrizes diferentes da FLUL. A FDUL pode exigir declarações que a FCUL ainda não pede. O primeiro passo de qualquer estudante é conhecer o regulamento da sua faculdade.
Em termos de enquadramento ético mais amplo, a UNESCO, nas diretrizes para IA generativa na educação, não recomenda proibição absoluta — mas sim transparência total e avaliação contextual. É este o espírito que a maioria das universidades europeias, incluindo a ULisboa, está a adotar.
2. Como Funciona o Sistema de Deteção de IA na ULisboa (Turnitin + antiplagio.ulisboa.pt)
Sabes que a ULisboa verifica. Agora vamos ao como — porque entender o mecanismo é meio caminho andado para te protegeres. Para aprofundar cada método, recomendo a leitura sobre as técnicas de deteção de IA utilizadas na ULisboa.
O Passo a Passo da Submissão no antiplagio.ulisboa.pt
O processo é mais simples do que imaginas — e é exatamente por isso que pode apanhar-te desprevenido:
- O docente ou orientador acede a antiplagio.ulisboa.pt (ou pelo Moodle integrado)
- Submete o ficheiro da tua tese, dissertação ou trabalho académico
- O Turnitin gera o Relatório de Similaridade — a verificação tradicional de plágio
- O mesmo relatório inclui a secção “AI Writing Detection” — ativada automaticamente desde 2023
- O relatório indica uma percentagem estimada de conteúdo gerado por IA, com destaques por segmento
- O docente interpreta o relatório — não há decisão automática de aprovação ou reprovação
Repara no passo 6. Não há botão de “reprovar”. Não há alarme que dispara uma expulsão automática. O relatório é uma ferramenta de apoio à decisão. Mas aqui entra o fator humano — e é precisamente isso que torna a situação imprevisível.
O vídeo oficial da Turnitin Portugal sobre interpretação do relatório explica visualmente o que cada secção significa.
O Que o Turnitin Realmente Mede (Perplexidade e Burstiness)
O modelo de IA do Turnitin não procura “palavras de IA” nem verifica se usaste o ChatGPT especificamente. Faz algo mais sofisticado — e mais falível.
Segundo a documentação oficial do modelo de deteção da Turnitin, o sistema analisa dois padrões estatísticos:
- Perplexidade: Mede quão “surpreendente” é a próxima palavra numa frase. Texto humano tende a ser mais imprevisível. Texto de IA escolhe sistematicamente a palavra mais provável — tornando-o estatisticamente “previsível”.
- Burstiness: Mede a variação no comprimento e complexidade das frases. Humanos escrevem de forma irregular — frases curtas seguidas de parágrafos longos. A IA mantém um ritmo mais uniforme.
O Turnitin está essencialmente a dizer: “Este texto é demasiado ‘perfeito’, demasiado uniforme, demasiado previsível para ter sido escrito por um humano.”
Limitações e Falsos Positivos — O Que Deves Saber
O sistema tem limitações reais que trabalham tanto a teu favor como contra ti:
- Documentos com menos de 300 palavras não são analisados pelo módulo de IA
- Textos muito editados (com revisões humanas substanciais) podem não ser detetados
- Falsos positivos existem — especialmente em escrita técnica, formulaica ou em línguas com menor volume de dados de treino (como o português europeu)
- O modelo não identifica qual ferramenta foi usada (ChatGPT, Claude, Gemini, etc.)
- O modelo não avalia intenção — não distingue entre gerar conteúdo e corrigir gramática
Similaridade ≠ plágio. AI score ≠ fraude. São indicadores, não veredictos. Mas sem preparação para te defender, um indicador pode transformar-se numa sentença.
3. O Que Acontece Se a Tua Tese For Sinalizada por IA
Esta é a secção que provavelmente te trouxe aqui. O medo real. O cenário que te tira o sono enquanto revês a conclusão pela décima vez. Vamos olhar para isto sem rodeios — mas também sem dramatizar.
Tenho um artigo dedicado sobre os passos a seguir em caso de sinalização. Aqui, foco-me nos cenários mais comuns e no que deves fazer imediatamente.
5 Consequências Possíveis (Da Mais Leve à Mais Grave)
- O orientador consulta o relatório e decide não investigar. Pode considerar o score irrelevante, especialmente se conhecer bem o teu trabalho e processo de escrita. Acontece mais vezes do que pensas.
- O orientador pede-te uma explicação. Uma reunião informal ou um pedido de declaração escrita sobre as ferramentas que usaste. Na maioria dos casos, transparência resolve.
- Solicita revisão ou reescrita de secções específicas. Se determinadas partes foram sinalizadas, podem pedir-te que as reformules e resubmetas. Atrasa — mas não destrói.
- Encaminhamento para Conselho Pedagógico ou Comissão de Ética. Território sério. Implica processo formal de averiguação, com possíveis audições e apresentação de provas.
- Consequências disciplinares: nota reduzida, reprovação, suspensão ou anulação do grau. Raro — mas real. Ocorre sobretudo quando há falta de transparência combinada com evidências fortes de autoria não genuína.
O dado que deve acalmar-te: na maioria das faculdades da ULisboa, não existe reprovação automática por AI score. O relatório é uma ferramenta de apoio, não um veredicto.
O dado que deve manter-te vigilante: as políticas estão a tornar-se mais rigorosas a cada semestre. Algumas faculdades já exigem uma “Declaração de Uso de IA” como parte obrigatória da submissão. E há um padrão claro na academia europeia: a falta de transparência é penalizada mais severamente do que o uso em si.
Como sublinha o debate da ANPOCS sobre inteligência artificial e integridade académica, investigadores são unânimes: o problema não é usar IA — é escondê-lo.
Como Te Defender Se Fores Sinalizado Injustamente

Se acreditas que foste vítima de um falso positivo — algo que acontece, especialmente com escrita técnica em português europeu — segue estes passos:
- Reúne evidências do teu processo de escrita: rascunhos, notas manuscritas, ficheiros Word com histórico de versões, capturas de ecrã do teu ambiente de trabalho
- Apresenta uma declaração detalhada de uso de ferramentas: especifica o que usaste (corretor ortográfico, tradutor, plataforma de apoio académico) e para que finalidade
- Solicita revisão do relatório por um segundo avaliador: tens direito a pedir que outro docente analise o relatório em contexto
- Mantém a calma e o profissionalismo: reações defensivas prejudicam-te. Apresenta factos, não emoções
A Declaração de Uso de IA — O Teu Melhor Escudo
Aqui está o conselho mais importante deste artigo: inclui uma Declaração de Uso de IA no teu documento, mesmo que não seja obrigatória. Fazê-lo proativamente demonstra maturidade académica e protege-te de qualquer acusação futura. Na secção seguinte, encontras um template pronto a usar.
4. 7 Passos Práticos Para Proteger a Tua Tese (Checklist Acionável)
Chega de teoria. Se há uma secção deste artigo que deves guardar nos favoritos, é esta. Estes 7 passos aplicam-se a qualquer estudante de mestrado ou doutoramento na ULisboa — segue-os antes de submeter.

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Conhece o regulamento da tua faculdade. Consulta o site oficial. Envia um e-mail ao secretariado. Pergunta ao teu orientador diretamente: “Qual é a política específica sobre uso de IA nesta faculdade?”. O guia IAedu do IST/FCT é um excelente exemplo de recurso institucional para uso responsável de IA no ensino superior português.
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Usa IA como assistente, nunca como autor. Há uma diferença fundamental entre pedir ao ChatGPT que te ajude a organizar os tópicos do capítulo 3 e pedir-lhe que escreva o capítulo 3. A primeira situação é assistência legítima. A segunda é autoria delegada.
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Reescreve SEMPRE com a tua voz. Qualquer output de IA deve ser substancialmente reformulado. Integra-o com as tuas fontes. Alinha-o com o teu estilo argumentativo. Se leres um parágrafo e não te reconheceres nele — reescreve até te reconheceres.
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Mantém um registo do teu processo. Guarda rascunhos. Guarda versões anteriores. Guarda capturas de ecrã. Se usas IA, guarda o histórico de prompts. Se tens reuniões com o orientador, guarda as notas. Este registo é a tua prova de autoria genuína.
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Faz a tua própria verificação antes de submeter. Se tens acesso ao Turnitin via Moodle, submete versões preliminares e verifica o relatório. Se não tens acesso direto, utiliza ferramentas de pré-verificação. Preparar-te para o relatório é tão importante como preparar a tese em si.
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Inclui uma Declaração de Uso de IA. Mesmo que o regulamento não a exija, faz-lo voluntariamente. A transparência nunca te prejudica. A falta dela pode destruir-te.
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Usa uma plataforma de apoio à escrita académica. Ferramentas como a tesify.pt ajudam-te a planear capítulos, estruturar a argumentação, gerir bibliografia e rever a tese com qualidade profissional — tudo mantendo conformidade académica e autoria genuína. Ao contrário de geradores de texto, a tesify.pt guia e melhora a tua escrita — não a substitui.
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Template de Declaração de Uso de IA (Copia e Adapta)
📝 Modelo de Declaração de Uso de IA:
“Declaro que utilizei as seguintes ferramentas de inteligência artificial durante a elaboração desta dissertação: [nome da ferramenta, ex.: ChatGPT-4, Grammarly, DeepL]. Estas ferramentas foram utilizadas exclusivamente para [descrever a finalidade específica, ex.: revisão gramatical, sugestão de sinónimos, organização de ideias no planeamento de capítulos]. Todo o conteúdo intelectual, argumentação, análise de dados e conclusões são de minha autoria exclusiva. Os outputs gerados pelas ferramentas foram substancialmente revistos, reformulados e integrados com as minhas próprias fontes e raciocínio. Declaro ainda que mantenho registo documental do processo de escrita, incluindo versões anteriores e histórico de prompts, disponíveis para consulta se solicitados.”
Adapta este modelo à tua situação concreta. Se não usaste IA de todo, uma declaração nesse sentido também te protege. O objetivo é demonstrar que reflectiste sobre a questão — independentemente da resposta.
5. Mitos Perigosos Sobre IA e Integridade Académica
Três confusões persistem entre estudantes da ULisboa — e qualquer uma delas pode custar-te caro. Vamos desmontá-las.
Mito #1: “Se o AI score for baixo, estou seguro”
Falso. Um AI score de 15 % pode ser tão problemático como um de 60 %, dependendo de quais secções foram sinalizadas. Se os 15 % correspondem à tua conclusão e discussão de resultados — as partes que demonstram pensamento crítico original — o orientador vai notar. A métrica global é menos importante do que a localização dos segmentos sinalizados.
Mito #2: “Se reescrever com sinónimos, o Turnitin não deteta”
Parcialmente falso. O módulo de IA não procura palavras específicas — analisa padrões estatísticos (perplexidade e burstiness, como explicámos). Trocar “portanto” por “consequentemente” não altera o padrão fundamental da escrita. O que altera é reescrever genuinamente, com a tua voz, o teu raciocínio e a tua estrutura argumentativa.
Mito #3: “Usar IA para qualquer coisa é proibido”
Falso — na maioria dos contextos. A tendência regulatória na ULisboa e na academia europeia é clara: o uso de IA como ferramenta auxiliar (pesquisa, organização, revisão linguística) é geralmente aceite. O que não é aceite é a autoria delegada — submeter texto gerado por máquina como se fosse pensamento original teu, sem declaração.
A fronteira entre assistência e fraude não é técnica. É ética. E a forma mais segura de estar do lado certo é a transparência total.
Perguntas Frequentes Sobre Verificação de IA na ULisboa
A Universidade de Lisboa usa o Turnitin para detetar IA nas teses?
Sim. Desde 2023, a plataforma institucional antiplagio.ulisboa.pt (powered by Turnitin) inclui o módulo “AI Writing Detection” ativado automaticamente. O relatório apresenta uma percentagem estimada de escrita gerada por IA, acessível ao orientador ou júri.
Posso reprovar a tese só por ter um AI score elevado?
Não automaticamente. O AI score é um indicador que requer interpretação humana. A decisão cabe ao orientador, júri ou comissão de ética da faculdade. A falta de transparência sobre o uso de ferramentas agrava significativamente o risco de consequências disciplinares.
O Turnitin deteta texto em português europeu com precisão?
O modelo funciona em português, mas com menor volume de dados de treino comparado com o inglês. Isto significa que falsos positivos são mais frequentes em escrita técnica ou formulaica em português europeu. É uma das razões pelas quais manter evidências do processo de escrita é fundamental.
É obrigatório incluir uma Declaração de Uso de IA na tese?
Depende da faculdade. Algumas já exigem esta declaração; outras ainda não. Independentemente da obrigatoriedade, incluir voluntariamente uma declaração demonstra maturidade académica e funciona como escudo preventivo contra acusações de falta de transparência.
Usar o ChatGPT para corrigir a gramática da tese é considerado fraude?
Geralmente não, desde que declares o uso. A maioria das diretrizes académicas distingue entre assistência linguística (correção, sinónimos) e autoria delegada (gerar parágrafos inteiros). O essencial é declarar a ferramenta, especificar a finalidade e garantir que o conteúdo intelectual é teu.
Que ferramentas posso usar para verificar o meu AI score antes de submeter?
Se tens acesso ao Turnitin via Moodle, podes submeter versões preliminares para pré-verificação. Existem também ferramentas externas de deteção de IA, embora nenhuma replique exatamente o modelo do Turnitin. Plataformas como a tesify.pt oferecem apoio integrado à escrita e verificação de plágio para teses académicas.
Protege a Tua Tese — Começa Hoje
A Universidade de Lisboa verifica IA nas teses. Isso é um facto. Mas o que separa os estudantes que passam esta barreira sem problemas dos que ficam presos numa espiral de justificações não é a tecnologia — é a preparação.
Os três pilares que te protegem são simples de enunciar, exigentes de executar: transparência (declara tudo o que usas), autoria genuína (a tua voz, o teu raciocínio, a tua estrutura) e documentação (guarda provas do teu processo). Com estes três elementos, qualquer relatório Turnitin se torna um detalhe administrativo — não uma ameaça existencial.
Os regulamentos vão continuar a apertar. As ferramentas de deteção vão continuar a melhorar. E a janela para “passar despercebido” está a fechar-se rapidamente. Os estudantes que se adaptam agora — que integram IA de forma ética, transparente e documentada — são os que vão prosperar neste novo paradigma académico.
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